Mondo Reale — Fondation Cartier pour l’art contemporain, Triennale Milano, Milan, Italy, 2022 — foto: Andrea Rossetti
Mirabilia — Pina Estação, São Paulo, Brasil, 2023 — foto: Isabella Matheus
Mirabilia — Pina Estação, São Paulo, Brasil, 2023 — foto: Isabella Matheus
15th Gwangju Biennale – Pansori: a soundscape of the 21st century —
Siamo Foresta — Fondation Cartier pour l’art contemporain, Triennale Milano, Milão, Italia, 2023 — foto: Gianluca Di Ioia
Siamo Foresta — Fondation Cartier pour l’art contemporain, Triennale Milano, Milão, Italia, 2023 — foto: Gianluca Di Ioia
Alex Červený trabalha sobretudo com a pintura, a gravura, o desenho e a aquarela, explorando em sua poética as possibilidades narrativas da obra de arte. As imagens criadas por Červený remontam ao universo das representações medievais, dos retábulos renascentistas e do surrealismo, acrescentando a elas referências literárias, da cultura cotidiana – letras de músicas e personagens do cinema e da televisão –, bem como memórias e referências à sua própria biografia. A palavra e a construção de histórias têm centralidade em sua produção, assim como o rigor técnico associado ao prazer do fazer artístico.
Publicou o livro Todos os Lugares (2019), além de ter realizado ilustrações para diversas publicações. Entre suas exposições individuais, destacam-se: Orbis sensualium pictus, Millan, São Paulo (2024); Mirabilia, Pina Estação, São Paulo (2023); Palimpsesto, Museu Lasar Segall, São Paulo (2019); Glossário dos nomes próprios, Casa Triângulo, São Paulo, e Paço Imperial, Rio de Janeiro (2015); e Alex Červený, Centro Cultural São Paulo – CCSP, São Paulo (2012).
As exposições coletivas mais recentes das quais Červený participou são: Exposition Générale, Fondation Cartier, Paris, França (2025); 15ª Bienal de Gwangju, Coréia do Sul, (2024); Siamo Foresta (2023), e Mondo Reale (2022), ambas na Trienal de Milão, Itália; Planet B: Climate change & the new sublime – 2nd Act, Pallazo Bolani, Veneza, Itália (2022); Hot Spot: Caring for a Burning World, Galleria Nazionale d’Arte Moderna e Contemporanea, Roma, Itália (2022); Sidney Biennale, Austrália (2022); Trees, Fondation Cartier pour l’art contemporain and Power Station of Art, Xangai, China; Nous les arbres, Fondation Cartier Pour l’art contemporain, Paris, França; e Da Tradição à experimentação, Fundação Iberê Camargo, Porto Alegre, Brasil (2019).
Seu trabalho integra coleções institucionais como: Fondation Cartier pour l’art contemporain, França; Tamarind Institute, Estados Unidos; Museu de Arte Moderna de São Paulo – MAM São Paulo, Brasil; Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro – MAM Rio, Brasil; Museu Nacional de Belas Artes – MNBA, Brasil; Pinacoteca de São Paulo, Brasil; Coleção de Arte da Cidade, Brasil; Itaú Cultural, Brasil; Museu de Arte Contemporânea do Paraná, Brasil; e Fundação Iberê Camargo, Brasil.