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Alice Shintani
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Alice Shintani, Menas, 2015-2021, 34ª Bienal de São Paulo, São Paulo, Brasil. Foto: Felipe Bernt

Alice Shintani, Menas, 2015-2021, 34ª Bienal de São Paulo, São Paulo, Brasil. Foto: Felipe Bernt

Alice Shintani, Mata, 2019-2021, 34ª Bienal de São Paulo, São Paulo, Brasil. Foto: Levi Fanan

Alice Shintani, Caverna, 2024, Instituto Figueiredo Ferraz, Ribeirão Preto, Brasil. Foto: Mauricio Froldi 

Ecos e miragem — Almeida & Dale, São Paulo, 2025 — foto: Sergio Guerini

Ecos e miragem — Almeida & Dale, São Paulo, 2025 — foto: Sergio Guerini

Ecos e miragem — Almeida & Dale, São Paulo, 2025 — foto: Sergio Guerini

Alice Shintani, Tuiuiú, 2017, São Paulo, Brasil. Foto: Cristina Shintani e Coletivo Sem Titulo

Alice Shintani, COMPRO OURO, 2019, São Paulo, Brasil. Foto: Cristina Shintani

Alice Shintani, COMPRO OURO, 2019, São Paulo, Brasil. Foto: Cristina Shintani

Alice Shintani, Tuiuiú, 2017, São Paulo, Brasil. Foto: Cristina Shintani e Coletivo Sem Titulo

Alice Shintani

Sobre

1971, São Paulo, Brasil
Vive e trabalha em São Paulo, Brasil

Marcado por um raciocínio pictórico expandido, o trabalho de Alice Shintani extrapola o suporte tradicional da pintura e toma a forma também de instalações, ações coletivas e inserções na paisagem urbana. Informada por debates próprios do campo artístico, assim como pelos contextos sociopolíticos e institucionais nos quais se insere, sua obra dirige-se ao estado das coisas no mundo, buscando ressonância em um amplo espectro de públicos. 

O vocabulário lúdico de formas, cores, gestos, dobras, títulos e simplificações materiais e simbólicas que rege o trabalho de Shintani serve como base para o regime de sutil e diligente desobediência no qual opera. Ao tornar os contornos entre arte e vida maleáveis, a artista se vale das contradições do sistema de arte para questionar seus regimes de visibilidade, circulação, produção de sentido e usos. 

Formada em engenharia da computação, Alice Shintani inicia sua trajetória no campo artístico no início dos anos 2000, construindo um corpo de obras que, gradualmente, extrapola os contornos estabelecidos da pintura. De 2013 a 2016, observou atentamente as dinâmicas e mudanças no tecido urbano e político do país ao trabalhar, em regime integral, como vendedora ambulante de brigadeiros por ruas e feiras livres do centro financeiro de São Paulo. A partir desse período, desenvolveu as séries Mata e Menas, apresentadas na 34ª Bienal de São Paulo Faz escuro, mas eu canto (2020/2021) e suas itinerâncias no Brasil, Chile e França. 

Entre mostras individuais recentes destacam-se Echo, SMU Meadows School of Arts, Dallas, EUA (2026); Caverna, Instituto Figueiredo Ferraz, Ribeirão Preto (2024); Mata À VENDA, Galeria Marcelo Guarnieri, São Paulo (2021); além das intervenções públicas Prayer Birds, Flags Project, Americas Society/Council of the Americas, Nova York, EUA (2024);  COMPRO OURO, Centro Cultural Banco do Brasil, São Paulo (2019); e Tuiuiú, na conexão entre a Associação Brasileira de Encadernação e Restauro-ABER, a Biblioteca Mario de Andrade e a Praça Dom José Gaspar, São Paulo (2017) 

Participou de uma série de exposições coletivas, entre elas Ecos e Miragens, Almeida & Dale, São Paulo (2025); 100 Anos da Arte Brasileira, G20 Summit, Pavilhão da Bienal, São Paulo (2024); O Curso do Sol, Gomide & Co., São Paulo (2023); 34ª Bienal de São Paulo (2020-2021) e itinerâncias em São Luís, Belém, Fortaleza, Campinas, Campos do Jordão, Brasil; Centro Carrilhos, Santiago, Chile; e LUMA Foundation, Arles, França (2022); Autumn Residents, Delfina Foundation, Londres, Inglaterra; Shadows & Monsters, Gasworks, Londres, Inglaterra (2017); Survival Adaptations, Aggregate Space Gallery, Oakland, EUA (2014); Utropic, Centre of Contemporary Art, Poznan, Polônia (2013); Táticas de Desaparecimento, Guantánamo, Cuba (2012);  Rumos Artes Visuais, Itaú Cultural, São Paulo; Brasília; Rio de Janeiro (2009); Nova Arte Nova, Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro; São Paulo (2008); 25º Arte Pará, Belém (2006); e Salão Bunkyo, São Paulo (2003). 

Como artista-residente, participou em intercâmbios e em programas de artista visitante na SMU Meadows School of Arts, Dallas, EUA (2026); Delfina Foundation, Londres, Inglaterra, pelo Prêmio SP-Arte (2017); Valand Academy, Gotemburgo, Suécia (2017); Hablar En Arte, Madri, Espanha (2018); e Complexo Psiquiátrico do Juquery, Franco da Rocha, Brasil (2019).

Suas obras fazem parte de coleções institucionais como a LUMA Arles Foundation, França; Fundação Bienal de São Paulo —Acervo Wanda Svevo, Brasil; Palácio do Itamaraty – Governo Federal do Brasil; e Pinacoteca de São Paulo, Brasil. 

Obras
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Mata
2023
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Mata
2023
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Mata
2024
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Mata
2024
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Sem título, da série Mata
2023
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Sem título, da série Mata
2023
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Sem título, da serie Mata
2021
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Baconzito
2026
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Kiku
2026
vídeos
Alice Shintani fala sobre a série "Mata" em ocasião da itinerância da 34ª Bienal de São Paulo em Arles, França
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