Allan Weber, Existe uma vida inteira que tu não conhece, 2026, Instituto Tomie Ohtake, São Paulo, Brasil.
The Disagreement: A Theatre of Statements. Neuer Kunstverein Wien: Viena, 5 de abril a 31 de julho de 2024.
Allan Weber, Existe uma vida inteira que tu não conhece, fotolivro
Allan Weber, My Order, 2025, De La Warr Pavilion. Foto: Rob Harris
Allan Weber, My Order, 2025, De La Warr Pavilion. Foto: Rob Harris
Allan Weber, My Order, 2025, De La Warr Pavilion. Foto: Rob Harris_3
Tropa da Arte – Acervo do artista
Allan Weber, Chiaroscuro I, da série Dia de Baile, 2025. Lona sobre papelão paraná. 59 x 36 cm
Allan Weber: My Order. Nottingham Contemporary: Nottingham, 2 de fevereiro a 4 de maio de 2025.
Allan Weber cria fotografias, objetos, esculturas e instalações por meio da mobilização de símbolos e materiais do cotidiano, especialmente aqueles relacionados ao tecido social das cidades. Ao realizar esses deslocamentos, suas obras evidenciam lógicas internas de linguagem, arquitetura e sociabilidade, assim como a estratificação e as contradições da constituição do espaço urbano e de sua ocupação por diferentes camadas sociais.
Interessado no que chama de “tecnologias de existência”, Weber constitui seu repertório visual a partir de invenções e soluções materiais e estéticas observadas desde a comunidade 5 Bocas, onde nasceu e vive, até globalmente, em contextos de trabalho plataformizados. Interesse que se desdobra em trabalhos de arte pautados pela duração e coletividade, como a Galeria 5 Bocas, fundada em 2021, e suas ações em relação à comunidade onde está localizada — incluindo exposições a um time de futebol local.
Allan Weber recebeu o prêmio SEED Award, da Prince Claus Fund em 2024. No ano seguinte, fez uma residência através da Nottingham Contemporary e De La Warr Pavilion, em Nottingham e Bexhill, Inglaterra.
Weber realizou as exposições individuais Existe uma vida inteira que tu não conhece, Instituto Tomie Ohtake, São Paulo (2026); My Order, Nottingham Contemporary, Nottingham, Inglaterra (2025); Galerie Nordenhake Focus, Estocolmo, Suécia; Novo Balanço, Instituo dos Arquitetos do Brasil — IAB, São Paulo (2024); A gente precisa se ver pra acreditar que é possível, Galeria 5 Bocas, Rio de Janeiro (2021); e Existe uma vida inteira que tu não conhece, Dízimo, A Noiva, Rio de Janeiro (2020). Entre as mostras coletivas das quais participou, destacam-se Carnavalizar: método e invenção, Flexa, Rio de Janeiro (2026); The Disagreement: A Theatre of Statements, Neuer Kunstverein Wien, Viena, Áustria (2024); Funk: um grito de ousadia e liberdade, Museu da Língua Portuguesa, São Paulo (2025) e Museu de Arte do Rio — MAR, Rio de Janeiro (2023); Fazer o moderno, construir o contemporâneo: Rubem Valentim, Inhotim, Brumadinho (2023); Histórias Brasileiras, MASP, São Paulo (2022); Rebu, Parque Lage, Rio de Janeiro (2021).
Seu trabalho integra as coleções do Museu Nacional de Belas Artes — MNBA, Rio de Janeiro e Museu de Arte de São Paulo – MASP, São Paulo, Brasil.