Carregando Resultados
Daiara Tukano
Download CV

Hori, 2023 | Foto: Julia Thompson

Amõ Numiã | Millan, São Paulo, 2023 | Foto: Ana Pigosso

Amõ Numiã | Millan, São Paulo, 2023 | Foto: Ana Pigosso

Pameri Yukese, 2020 (detalhe) | Foto: Ana Pigosso

Amõ Numiã | Millan, São Paulo, 2023 | Foto: Ana Pigosso

Kahtiri wi’i – casa da vida, 2023 (detalhe) | Foto: Ana Pigosso

34ª Bienal de São Paulo, 2021 | Foto: Levi Fanan/Fundação Bienal de São Paulo

34ª Bienal de São Paulo, 2021 | Foto: Levi Fanan/Fundação Bienal de São Paulo

U’awá Bu’sá – manto do Urubu Rei, 2021 | Foto: Ana Pigosso

34ª Bienal de São Paulo, 2021 | Foto: Levi Fanan/Fundação Bienal de São Paulo

Histórias brasileiras — MASP, São Paulo, Brasil, 2022 — foto: Isabella Matheus

Pamuri Pati – Mundo de transformação — Museu de Arte do Rio (MAR), Rio de Janeiro, Brasil, 2024 — foto: Cris Lucena

Pamuri Pati – Mundo de transformação — Museu de Arte do Rio (MAR), Rio de Janeiro, Brasil, 2024 — foto: Cris Lucena

Cinco ensaios sobre o MASP- Geometrias — Museu de Arte de São Paulo- MASP, São Paulo, Brasil, 2025 

Daiara Tukano

Sobre

1982, São Paulo, SP, Brasil
Vive e trabalha em Brasília, DF, Brasil

Daiara Hori Figueroa Sampaio, nome tradicional Duhigô, pertence ao clã Erëmiri Hãusiro Parameri do povo Yepá Mahsã, mais conhecido como Tukano. É artista, comunicadora independente, ativista dos direitos indígenas e pesquisadora em direitos humanos. Seu trabalho artístico fundamenta-se na pesquisa sobre as tradições e a espiritualidade de seu povo, especialmente a partir do estudo sobre o Hori. Para tanto, Daiara dedica-se a apreender as visões que alcança em sonhos e nos estudos que realiza junto de sua família, observando também as pinturas que se encontram nos objetos tradicionais de sua cultura, como nas tramas das cestarias, nas cerâmicas, nos bancos e nas pinturas corporais, que fazem alusão à memória de uma mesma história da transformação que é a história Tukano da humanidade. A artista articula uma investigação sobre a cultura de seu povo e experimentações com as formas e a luz, buscando compreender a densidade de suas vibrações, bem como a maneira como estas nos tocam em diferentes níveis. 

Entre suas exposições individuais estão Pamuri Pati: Mundo de Transformação, no Museu Nacional da República, Brasília (2023), e no Museu de Arte do Rio – MAR, Rio de Janeiro (2024); Kihtimori: Memórias da Criação, na Richard Saltoun Gallery, Roma, Itália (2023); e Amõ Numiã, na Millan, São Paulo (2023). Ela também foi artista convidada no 30º Programa de Exposições do Centro Cultural São Paulo, Brasil (2020). Em 2022, foi curadora da exposição Nhe’é Porã: Memória e transformação, no Museu da Língua Portuguesa, São Paulo, que, em 2024 teve itinerâncias no Museu Emílio Goeldi, em Belém, e no Ségur Hall, na UNESCO, em Paris, França.

Ela participou das exposições coletivas Jangueando: Recent Acquisitions, 2021–2025, El Museo del Barrio, Nova York, Estados Unidos (2025); Amazonias. El futuro ancestral, Centre de Cultura Contemporània de Barcelona, Espanha (2024); Dear Earth: Art and Hope in a Time of Crisis, Hayward Gallery, Londres, Inglaterra (2023); Brasil Futuro: as formas da democracia, Museu Nacional da República, Brasília, Brasil (2023); Histórias Brasileiras, MASP, São Paulo, Brasil (2022); Contramemória, Theatro Municipal de São Paulo, Brasil (2022); Brasilidade pós-modernismo, Centro Cultural Banco do Brasil, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Brasília, Brasil (2022); Kaa Body – Cosmovision of the rainforest, Paradise Row, Londres, Inglaterra (2021); 34ª Bienal de São Paulo, Brasil (2021); Moquém Surari – Arte Indígena Contemporânea, MAM São Paulo, Brasil (2021); e Véxoa: nós sabemos, Pinacoteca de São Paulo, Brasil (2020).

Daiara foi ganhadora do Prêmio PIPA Online 2021 e do Prêmio Prince Claus, da organização holandesa Prince Claus Fund, em 2022. Ela é membro do Conselho Nacional de Cultura, como representante da sociedade civil de povos indígenas. Suas obras integram o acervo de instituições como Harvard Art Museums/Fogg Museum, Estados Unidos; Instituto Inclusartiz, Brasil; MASP, Brasil; El Museo del Barrio, Estados Unidos; Museo delle Civiltà, Itália; e Pinacoteca de São Paulo, Brasil.

Textos
Obras
Visualizar
|||
2023
Kahtiri wi'i - casa da vida
Visualizar
|||
2023
A mãe de todas as lutas
Visualizar
||||
2020
Pameri Yukese
Visualizar
|
2023
Hori
Visualizar
|||
2021
Mahá Só'agī - Arara Vermelha
Visualizar
||
2021
U'awá Bu'sá - manto do Urubu Rei
Visualizar
13682 - Bo’éda Hori aqua (da série Bo’éda - arco-íris) [from the Bo’éda - arco-íris series] - Daiara Tukano
2021
Bo’éda Hori aqua (da série Bo’éda - arco-íris)
Visualizar
15960 - A queda do céu e a mãe de todas as lutas - Daiara Tukano|
2022
A queda do céu e a mãe de todas as lutas
Visualizar
15893 - Sem título (da série Mulheres) - Daiara Tukano
2023
Sem título (da série Mulheres)
Visualizar
15899 - Sem título (da série Mulheres) - Daiara Tukano
2023
Sem título (da série Mulheres)
Visualizar
2022
A dor
Visualizar
15724 - MahkãPirõ mahsã - Daiara Tukano
2021
MahkãPirõ mahsã
Visualizar
15720 - Miriãporã mahsã - Daiara Tukano
2021
Miriãporã mahsã
Visualizar
15875 - Sem título (da série Famílias Lingüísticas - Línguas em Retomada) [Untitled (from the Famílias Lingüísticas - Línguas em Retomada series)] - Daiara Tukano
2022
Sem título (da série Famílias Linguísticas - Línguas em Retomada)
Exposições
Publicações

Notícias