Água-furtada ou o sonho de sangrias, 2024 (detalhe) | Foto: Julia Thompson
Vigília | Millan, São Paulo, 2024 | Foto: Julia Thompson
Vigília | Millan, São Paulo, 2024 | Foto: Julia Thompson
Sem título, 2024 (detalhe) | Foto: Julia Thompson
Sem título, 2024 (detalhe) | Foto: Julia Thompson
A Task of Wonders — Espronceda Art Center, Barcelona, Espanha, 2020
A Task of Wonders — Espronceda Art Center, Barcelona, Espanha, 2020
Paisagens da Imprecisão — Cerrado Galeria, Brasília, Brasil, 2025
Paisagens da Imprecisão — Cerrado Galeria, Brasília, Brasil, 2025
A pesquisa de David Almeida se desenvolve em torno da experimentação pictórica em diversos meios e suportes como tela, linho, madeira, cerâmica e gravura. Sua produção tem como eixo principal as problemáticas do espaço e do corpo em percurso, explorando a visualidade do território íntimo, da cidade e da paisagem regional brasileira. No espaço pictórico, investiga os limites entre a paisagem do campo e o imaginário, ora enfatizando a densidade dos materiais em obras figurativas ou pendendo para a abstração, ora deslocando elementos naturais em telas de tom metafísico e espiritual. Almeida engendra os conceitos de memória, corpo, fantasmagoria e percepção óptica, criando telas nas quais o íntimo de uma cultura ou povo se manifesta de forma sutil na paisagem. Em seu trabalho, lugares e sensações dialogam com seu método e procedimento de representar, em que a densidade de uma noite pintada está intimamente relacionada com o processo oblíquo de construí-la na imagem.
Entre suas principais individuais, estão: Paisagens da Imprecisão, Cerrado Galeria, Brasília (2025); Vigília, Millan, São Paulo (2024); Arriba do Chão, Millan, São Paulo (2022); A task of wonders, durante a residência no Espronceda Art Center, em Barcelona, Espanha (2020); Lindeza, Referência Galeria de Arte, Brasília (2019); Encalço, Mult.i.plo Espaço Arte, Rio de Janeiro; Paradeiro, Zipper Galeria, São Paulo (2018); e Asseidade da Fenda, Elefante Centro Cultural, Brasília, Brasil (2016). Indicado ao Prêmio PIPA em 2022, foi premiado em 2015 e 2013 pelo Salão de Arte de Jataí, em 2014 pelo 20º Salão Anapolino de Arte e em primeiro lugar no I Prêmio Vera Brant de Arte Contemporânea em 2016.
Realizou a curadoria de Vaquejada da Meia Noite, Almeida & Dale, São Paulo, Brasil (2025) e participou de mostras coletivas como Adiar o Fim do Mundo, FGV Arte, Rio de Janeiro, Brasil (2025); Funil, Casa SP-Arte, São Paulo, Brasil (2024); Paisagem interior, Casa Zalszupin, São Paulo (2023); Stranger than Fiction, Galleri Magnus Karlsson, Estocolmo, Suécia (2023); Contramemória, Theatro Municipal de São Paulo, Brasil (2022); In Residency, Residency Unlimited, Nova York, Estados Unidos (2022); Postcards, Galleri Magnus Karlsson, Estocolmo, Suécia (2020); Um lugar nenhum: Segunda Naturaleza, Fernando Pradilla, Madri, Espanha (2020); Triangular – Arte desse século, Casa Niemeyer, Brasília, Brasil (2019); Scapeland – Território de Trânsito Livre, Memorial da América Latina, São Paulo, Brasil (2018); UNS, Library of Love, Contemporary Art Center, Cincinnati, Estados Unidos (2017); Salão Transborda Brasília 2016, Caixa Cultural Brasília, Brasil (2016), entre outras.