PLAY-DELAY — Instituto Figueiredo Ferraz, Ribeirão Preto, Brasil, 2022 — foto: Mauricio Froldi
Dudi Maia Rosa + Anderson Borba, Auroras, São Paulo, Brasil
Dudi Maia Rosa + Anderson Borba, Auroras, São Paulo, Brasil
Dudi Maia Rosa + Anderson Borba, Auroras, São Paulo, Brasil
Desde à tona —curadoria por: João Bandeira, Instituto Ling, Porto Alegre, Brasil
Desde à tona —curadoria por: João Bandeira, Instituto Ling, Porto Alegre, Brasil
Desde à tona —curadoria por: João Bandeira, Instituto Ling, Porto Alegre, Brasil
Desde à tona —curadoria por: João Bandeira, Instituto Ling, Porto Alegre, Brasil
Dudi Maia Rosa tornou-se conhecido por conceber trabalhos com volumes e relevos que retém a luz dentro de si. Suas obras se parecem ora com quadros, ora com telas de projeção, ora com vitrais, algumas com relevos de muranos, objetos que insinuam possuir acontecimentos tridimensionais de cores e formas internos.
Dudi realizou sua primeira individual no MASP, São Paulo, em 1978, desde então apresentou mostras em espaços como: Millan, São Paulo, Brasil (2022, 2019, 2016 e 2012); Instituto Tomie Ohtake (2008); e CCSP, Brasil. Participou de coletivas recentes em espaços como: Gomide & Co., São Paulo, Brasil (2026); Flexa, Rio de Janeiro, Brasil (2026); Almeida & Dale, São Paulo, Brasil (2025); Instituto Figueiredo Ferraz, Ribeirão Preto, Brasil (2022); e Pinacoteca de São Paulo, Brasil (2020). Esteve presente nas bienais: 10ª Bienal do Mercosul, Porto Alegre, Brasil (2015); Bienal de Joanesburgo, África do Sul (1995); e 22ª Bienal de São Paulo, Brasil (1994). Possui obras em diversas coleções, incluindo a Pinacoteca de São Paulo, Brasil; MASP, Brasil; Coleção Dulce e João Carlos Figueiredo Ferraz, Brasil; Coleção Itaú, Brasil; e Stedelijk Museum.