PLAY-DELAY — Instituto Figueiredo Ferraz, Ribeirão Preto, Brasil, 2022 — foto: Mauricio Froldi
Dudi Maia Rosa iniciou suas primeiras investigações pictóricas com materiais translúcidos, como a resina poliéster pigmentada em fibra de vidro, em 1984. O artista tornou-se conhecido por conceber trabalhos com volumes e relevos que retém a luz dentro de si. Suas obras também possuem uma certa espacialidade que acaba por sugerir imagens que se dão sem profundidade, puramente na superfície, mas que são, ao mesmo tempo, profundas em si mesmas. Suas obras se parecem ora com quadros, ora com telas de projeção, ora com vitrais, algumas com relevos de Murano, objetos que insinuam possuir acontecimentos tridimensionais de cores e formas internos. Os trabalhos de Dudi são ocasiões de corporeidade, de presença física, cujas imagens devem responder ao aqui e agora.
Apresentou sua primeira exposição individual no MASP, São Paulo, em 1978. Desde então, realizou diversas exposições individuais em espaços como: Auroras, em parceria com Anderson Borba (2024); Instituto Figueiredo Ferraz, Ribeirão Preto, Brasil (2013 e 2022); Millan, São Paulo, Brasil (2022, 2019, 2016 e 2012); Centro Cultural Maria Antônia, São Paulo, Brasil (2002 e 2013); Instituto Tomie Ohtake, São Paulo, Brasil (2008); Centro Cultural São Paulo, Brasil (1998).
Entre as exposições coletivas, destacam-se as realizadas nos espaços; Almeida & Dale, São Paulo, Brasil (2025); Instituto Figueiredo Ferraz, Ribeirão Preto, Brasil (2022); Galeria Raquel Arnaud, São Paulo, Brasil (2021); Pinacoteca de São Paulo, Brasil (2020); Santander Cultural, Porto Alegre, Brasil (2017); Itaú Cultural, São Paulo, Brasil (2017); Auroras, São Paulo, Brasil (2016); 10ª Bienal do Mercosul, Porto Alegre, Brasil (2015); MASP, Brasil (2006); 5ª Bienal do Mercosul, Porto Alegre, Brasil (2005); Fundação Bienal de São Paulo, Brasil (2000); Bienal de Joanesburgo, África do Sul (1995); Bienal de São Paulo (1987, 1994); e Panorama da Arte Brasileira, MAM São Paulo, Brasil (1973, 1986, 1989, 1993).
Possui obras em diversas coleções, incluindo a Pinacoteca de São Paulo, Brasil; MASP, Brasil; Museu de Arte Contemporânea da USP – MAC USP, Brasil; Museu de Arte do Rio Grande do Sul, Brasil; MAM São Paulo, Brasil; Coleção de Arte da Cidade de São Paulo, Brasil; Coleção Dulce e João Carlos Figueiredo Ferraz, Brasil; Coleção Itaú, Brasil; Coleção Metrópolis de Arte Contemporânea, Brasil; e Stedelijk Museum, Holanda.