Vale, 2023 | Felipe Cohen | Foto: Julia Thompson
Pálpebras | Millan, São Paulo, 2021 | Foto: Filipe Berndt
10a Bienal do Mercosul | Porto Alegre, 2015 | Foto: Fabio Del Re
Poente | Capela do Morumbi, São Paulo, 2021 | Foto: Everton Ballardin
Ilusão real — Casa Zalszupin, São Paulo, Brasil, 2025 — foto: Ruy Teixeira
Ilusão real — Casa Zalszupin, São Paulo, Brasil, 2025 — foto: Ruy Teixeira
A prática de Felipe Cohen se desenvolve a partir da tensão entre as formas tradicionais e contemporâneas de dispor o objeto artístico e do estudo e resgate de problemáticas recorrentes na história da arte com intuito de reinterpretar e atualizar seus sentidos no presente. Essa tensão ocorre por meio da articulação de materiais nobres com objetos banais de uso cotidiano, criando, assim, tanto formas paradoxais que são obrigadas a conviver intimamente, quanto atualizações simbólicas de signos e gêneros clássicos em um processo dialético.
Entre suas exposições individuais, destacam-se as realizadas na Millan, São Paulo (2013, 2016, 2019 e 2021); na Capela do Morumbi, São Paulo (2013); no Centro Universitário Maria Antonia, São Paulo (2006); entre outros espaços. Entre as exposições coletivas das quais participou, estão Balada para um espectro, Casa de Cultura do Parque, São Paulo, Brasil (2025); Earth and Sky, SMoCA, Scottsdale, Estados Unidos (2023); Tempo Imenso, Casa de Cultura do Parque, São Paulo, Brasil (2023); Pinacoteca: acervo, Pinacoteca de São Paulo (2020); Passado/Futuro/Presente: Arte contemporânea brasileira no acervo do Museu de Arte Moderna de São Paulo, MAM São Paulo (2019), e Phoenix Art Museum, Phoenix, Estados Unidos (2017); Troposphere, Beijing Minsheng Art Museum, Pequim, China (2017); Geometria Afetiva, SESC Bom Retiro, São Paulo (2016); Deserto-Modelo “as above, so below”, Harold St. Gallery, Londres, Reino Unido (2015); Ouro – um fio que costura a arte no Brasil, Centro Cultural Banco do Brasil – CCBB, Rio de Janeiro (2014); Imagine Brazil – Artists Books, Musee d’art contemporain de Lyon, França (2014), e Astrup Fearnley Museet, Oslo, Noruega (2013); 8ª Bienal do Mercosul, Porto Alegre (2011); Nouvelles de São Paulo, L’École Nationale Supérieure de Beaux-Arts de Paris, Paris, França (2009); entre outras.
Foi indicado ao prêmio PIPA (2010, 2012, 2013 e 2016) e foi finalista do Prêmio CNI SESI Marcantonio Vilaça (2011). Recebeu o Prêmio illy SustainArt, Feira ARCO, Madri, Espanha (2016); o Atos Visuais – Funarte, Brasília (2007), e o Fiat Mostra Brasil, São Paulo (2006). Suas obras integram importantes coleções, incluindo a Pinacoteca de São Paulo, Brasil; MAM São Paulo, Brasil; e Museu de Arte do Rio – MAR, Brasil.