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Guga Szabzon
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Sem título, 2022 (detalhe) | Foto: Ana Pigosso

Calambur — Millan, São Paulo, Brasil, 2025 — foto: Julia Thompson

Calambur — Millan, São Paulo, Brasil, 2025 — foto: Julia Thompson

Tremor | Millan, São Paulo, 2023 | Foto: Ana Pigosso

Sorte, 2022 (detalhe) | Foto: Ana Pigosso

Tremor | Millan, São Paulo, 2023 | Foto: Ana Pigosso

Breu, 2022 (detalhe) | Foto: Ana Pigosso

Tremor | Millan, São Paulo, 2023 | Foto: Ana Pigosso

Tremor, 2022 (detalhe) | Foto: Ana Pigosso

Tremor | Millan, São Paulo, 2023 | Foto: Ana Pigosso

I opened the curtain to see what lays behind — carlier | gebauer, Berlim, Alemanha, 2024 — foto: Andrea Rossetti

Tudo que criamos passa a existir — Sesc Ipiranga, São Paulo, Brasil, 2019

No todo trayecto es recto — Travesía Cuatro, Guadalajara, Mexico, 2023 — foto: Augustin Arce

Guga Szabzon

Sobre

1987, São Paulo, SP, Brasil
Vive e trabalha em São Paulo, SP, Brasil

Guga Szabzon é artista e educadora. Em sua pesquisa explora o feltro como suporte para a costura, tecendo imagens num processo dialógico entre técnica e gestualidade no qual a espontaneidade do traço responde à velocidade da máquina. Em suas obras recentes, que se materializam em diferentes dimensões, as linhas marcam a superfície do feltro impetuosamente, formando composições vibrantes de cores e movimentos ou se assemelhando a paisagens, mapas e estudos cartográficos. Em obras abstratas, as linhas, pontos e formas geométricas fragmentadas constituem um contínuo movimento de ritmo sincopado. Somam-se em sua prática desenhos e anotações da artista, que coleta escritas poéticas, palavras e outros fragmentos do cotidiano advindos da observação atenta do mundo, tão importantes em seu processo quanto a rotina de ateliê.

Realizou em 2025 a individual Triz, na Biblioteca Mario de Andrade, São Paulo, Brasil, e apresentou, no mesmo ano, o projeto Calambur, na Millan, São Paulo, Brasil. Apresentou outras exposições individuais, como Tremor, Millan, São Paulo, Brasil (2023); No todo trayecto es recto, Travesía Cuatro, Guadalajara, México (2023); Dia e noite, ainda é longe?, Galeria Superfície, São Paulo, Brasil (2021); e Tudo que criamos passa a existir, Sesc Ipiranga, São Paulo, Brasil (2019).

Das coletivas de qual participou, destacam-se Constelação em trânsito: uma escuta cartográfica, Galpão da Lapa, São Paulo, Brasil (2025); I opened the curtain to see what lays behind, carlier | gebauer, Berlim, Alemanha (2024); A vastidão dos mapas, Palacete das Artes, Salvador, Brasil (2018); Hóspede, Fundação Ema Klabin, São Paulo, Brasil (2018). Szabzon foi uma das artistas que realizou a ativação de obras na 33ª Bienal de São Paulo, em 2018. Participou de diversos programas de residência artística, entre eles A Ilha, Lisboa, Portugal (2016); Instituto Acaia, São Paulo, Brasil (2014); e Brasil goes Berlin, Alemanha (2010). Integrou em 2009 o Projeto Tripé no SESC Pompéia, e, em 2012, o Programa de Exposições do Centro Cultural São Paulo – CCSP. Sua obra integra o acervo do Museu de Arte do Rio – MAR, Brasil.

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Obras
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2023
Remanso
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2023
Parque
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Sem título
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2022
Sorte
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2022
Tremor
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2018
O começo de uma coisa maior
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2023
Suspense
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2023
Ruído
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2022
Empena
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2022
Breu
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2022
Beira
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2022
Sem título
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2021
Tudo se encaixa
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2023
Sem título
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2020
O sol, a lua, a chuva
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2022
Sem título
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