Memento Habilis, 2023 (detalhe) | Foto: Ana Pigosso
Memento Habilis — Millan, São Paulo, Brasil, 2023 — foto: Ana Pigossi
Memento Habilis — Millan, São Paulo, Brasil, 2023 — foto: Ana Pigossi
Le Voyage à Nantes estival — Nantes, France, 2024
Plumule — Kupfer, Londres, UK, 2022 — foto: Damian Griffiths
Lines — 21st Century Museum of Contemporary Art, Kanazawa, Japan, 2024
Fairy Tales — QAGoma, Brisbane, Australia, 2023 — foto: Andre Morin
29. Bienal Internacional de São Paulo — São Paulo, Brasil, 2010
Transarquitetônica — Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo, São Paulo, Brasil, 2014 — foto: Everton Ballardin
Na forma de pinturas, esculturas ou instalações, a arte híbrida de Henrique Oliveira evoca o urbano e o natural, o orgânico e o estrutural, bem como a arte e a ciência, através de composições em que o inesperado gera um universo matizado com o fantástico. O artista explora a fluidez, a combinação e a cor dos materiais, o que dá às suas instalações uma certa qualidade pictórica. Oliveira muitas vezes toma emprestado materiais da paisagem urbana, notadamente tapumes, madeira retirada de cercas que contornam e bloqueiam o acesso a canteiros de obras. Ao utilizar esses materiais, as instalações de Oliveira destacam a natureza endêmica e parasitária das construções precárias de habitação que funcionam como uma metáfora para o crescimento orgânico, revelando assim a deterioração dinâmica presente nas cidades cosmopolitas e no tecido urbano em todo o mundo.
Oliveira realizou exposições individuais na Millan, São Paulo, Brasil (2023 e 2016); Kupfer, Londres, Reino Unido (2022); Galerie GPN Vallois, Paris, França (2022); Gifu Museum of Fine Arts, Gifu, Japão (2018); Galeria Van de Weghe, Nova York, Estados Unidos (2017); Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo – MAC USP, Brasil (2014); Palais de Tokyo, Paris, França (2011); Boulder Museum of Contemporary Art, Estados Unidos (2011); entre outras.
Entre as exposições coletivas destacam-se as participações na 14ª Bienal de Taipei, Taiwan (2025); Bienal de Arte Pública de Abu Dhabi, EAU (2024); Bienal de Lagos, Nigéria (2024); Triennale Brugge 2021, Bélgica (2021); 12ª Bienal de Cuenca, Equador (2016); 29ª Bienal de São Paulo, Brasil (2010); e 7ª Bienal Grito do Mercosul, Porto Alegre, Brasil (2009); ao lado de mostras como Complexo Brasil, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, Portugal (2025); Énormément Bizarre, Centro Pompidou, Paris, França (2025); Lines, 21st Century Museum of Contemporary Art, Kanazawa, Japão (2024); Amazing Nature, KunstCentret Silkeborg Bad, Silkeborg, Dinamarca (2023); Fairy Tales, Queensland Art Gallery / Gallery of Modern Art, Brisbane, Austrália (2023); La Forêt Magique, Palais Lille Beaux Arts, Lille, França (2022); Pinacoteca: Acervo, Pinacoteca de São Paulo (2020); Arte Sella, Borgo Valsugana, Itália (2019); Un Été au Havre – Jardins Suspendu, Le Havre, França (2019); The Other Side – Narratives of the Unconscious, Wilhelm Hack Museum, Ludwigshafen, Alemanha (2017); The End of the World, Centro Pecci, Prato, Itália (2016); Crafted: Object in Flux, Museum of Fine Arts, Boston, Estados Unidos (2015); e Inside Out and from the Ground Up, Museum of Contemporary Art, Cleveland, Estados Unidos (2012).
Henrique Oliveira foi vencedor da terceira edição do Prêmio CNI SESI Marcantonio Vilaça, Brasil, em 2009. Seus trabalhos integram importantes coleções, como a do Centro Pompidou, França; Centro Luigi Pecci per L’Arte Contemporanea, Itália; Fundação Edson Queiroz, Brasil; Museu Afro Brasil Emanoel Araujo, Brasil; MAC USP, Brasil; Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro – MAM Rio, Brasil; Queensland Art Gallery / Gallery of Modern Art, Austrália; Virginia Museum of Fine Arts, Estados Unidos; Voorlinden Museum, Holanda.