Árvore, 2019 (detalhe) | Foto: Ana Pigosso
Caminho de Guaré | Pinacoteca de São Paulo, 2024 | Foto: Levi Fanan
Caminho de Guaré | Pinacoteca de São Paulo, 2024 | Foto: Levi Fanan
Caminho de Guaré | Pinacoteca de São Paulo, 2024 | Foto: Levi Fanan
13. Bienal do Mercosul — Porto Alegre, Brasil, 2022 — foto: Thiele Elissa
Anomalia da solidão | Millan, São Paulo, 2023 | Foto: Ana Pigosso
Anomalia da solidão, 2014 (detalhe) | Foto: Ana Pigosso
Anomalia da solidão | Millan, São Paulo, 2023 | Foto: Ana Pigosso
Anomalia da solidão | Millan, São Paulo, 2023 | Foto: Ana Pigosso
A prática artística de José Bento acontece pela experimentação escultórica, valendo-se particularmente de materiais como madeira, vidro, metal, pedra, tecido, entre outros, além de animais e até mesmo o ser humano, que ativam e constituem a obra. O artista transita também entre os campos da fotografia, do vídeo e da instalação, além de estabelecer um diálogo com a arquitetura em sua prática. A imagem da multidirecionalidade, a multiplicidade de leituras e a articulação de oposições constituem quase uma profissão de fé na escultura de José Bento. Autodidata, iniciou sua prática artística durante a década de 1980, com a produção de maquetes artísticas que foram apresentadas em sua primeira individual, realizada em 1989 no Palácio das Artes em Belo Horizonte, Minas Gerais. A partir dos anos 1990, passou a produzir grandes esculturas, principalmente com madeira, explorando a organicidade natural e a transformação da matéria, ativando o espaço ao redor da obra.
Apresentou o site-specific Caminho de Guaré no Octógono da Pinacoteca de São Paulo (2024). Entre suas individuais mais recentes, estão Anomalia da solidão (2023) e Todos os olhos (2018), na Millan, em São Paulo.
Participou também de diversas exposições coletivas, entre as quais se destacam: a 13ª Bienal do Mercosul (2022); a 32ª Bienal de São Paulo (2016); e a Bienal de Benin (2012), além de mostras como Fullgás – artes visuais e anos 1980 no Brasil, no Centro Cultural Banco do Brasil – CCBB, em Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo (2025); e Brasil Futuro: as Formas da Democracia, no Museu Nacional da República, em Brasília; no Espaço Cultural Casa das Onze Janelas, em Belém; e no Solar do Ferrão, em Salvador (2023).
A obra de José Bento está presente em acervos públicos e instituições brasileiras, como o Museu de Arte da Pampulha, a Pinacoteca de São Paulo, o Instituto Itaú Cultural e o Museu Nacional de Belas Artes, além de coleções internacionais públicas e privadas.