O condensador de futuros | Exposição individual com curadoria de de Ana Maria Maia, Pinacoteca de São Paulo, Brasil, 2021 | Ft Isabella Matheus
O condensador de futuros | Exposição individual com curadoria de de Ana Maria Maia, Pinacoteca de São Paulo, Brasil, 2021 | Ft Isabella Matheus
Política de Varanda | Rituales de lo cotidiano, curadoria Clara M. Kim, Collegium / Igreja de San Martín, Arévalo, Espanha, 2024 | Ft Roberto Ruiz
Dois pesos, duas medidas | 32º Bienal de São Paulo: Incerteza Viva, São Paulo, Brasil, 2016
Dois pesos, duas medidas | 32º Bienal de São Paulo: Incerteza Viva, São Paulo, Brasil, 2016
Projeto Gameleira 1971 | Exposição individual, Pivô, São Paulo, Brasil, 2014
Estudo de caso, 2018 | 12ª Bienal de Gwangju: Imagined Borders, Gwangju, Coréia do Sul
Estudo de um futuro construído | Exposição individual. Auroras, São Paulo, Brasil, 2018 | Ft Ding Musa
Série Caso Vertebral, 2022 | 37º Panorama de Arte Brasileira – Sob as cinzas, brasa, Museu de Arte Moderna de São Paulo, Brasil, 2022 | Ft Bruno Leão
A prática de Lais Myrrha aborda os instrumentos que mediam a ocupação do espaço e a legitimação da história oficial. Por meio de instalações, esculturas, objetos, vídeos e uma variedade de suportes, seu trabalho evidencia a relação entre o lugar físico e o lugar simbólico, destacando o caráter arbitrário e os discursos de poder que as convenções e sistemas de representação denotam. Fundamentalmente, seus trabalhos estão distribuídos em quatro polos, que muitas vezes se interseccionam: Atlas, Zona de instabilidade, Estudos de casos e Crônicas.
A primeira compreende uma série de trabalhos com mapas, instrumentos de medição, dicionários, almanaques e livros nos quais a artista interfere, tornando visíveis e, assim, desnaturalizando os modos e sistemas de representação, bem como seus parâmetros e marcos. A Zona de instabilidade é constituída de obras nas quais a permanência e o equilíbrio parecem falhos e/ou precários. Estudos de casos destaca elementos da arquitetura e do modernismo, sobretudo, por meio das imagens produzidas pela arquitetura, operando como uma máquina projetiva das fantasmagorias do poder. Por fim, Crônicas são comentários visuais e textuais sobre eventos cotidianos observados pela artista, seja por meio dos deslocamentos diários pela cidade em que vive ou pelas quais passa, seja pelos noticiários.
Entre suas principais exposições individuais estão Fundamentos da Pedra, Millan, São Paulo, Brasil (2023); O condensador de futuros, Pinacoteca de São Paulo, Brasil (2021); Infinite Column, Blanton Museum, Austin, Estados Unidos (2017); Reparation of Damages, Broadway 1602, Nova York, Estados Unidos (2017); Corpo de Prova, Sesc Bom Retiro, São Paulo, Brasil (2017); Projeto Gameleira 1971, Pivô, São Paulo, Brasil (2014); e Border Game, Millan, São Paulo, Brasil (2009). No Instituo Inhotim, realizou a escultura Contraplano (2026).
Entre suas participações em mostras coletivas, se destacam: 37º Panorama da Arte Brasileira, MAM, São Paulo (20220; 13ª Bienal de La Habana, Cuba (2019); 12ª Bienal de Gwangju, Coreia do Sul (2018); 32ª Bienal de São Paulo (2017); e Avenida Paulista, MASP, São Paulo, Brasil (2017).
Myrrha foi contemplada com os prêmios: Prêmio Honra ao mérito Arte e Patrimônio, Paço Imperial, Rio de Janeiro (2013); Bolsa Funarte de Estímulo à Produção em Artes Visuais, FUNARTE, Rio de Janeiro (2012); Bolsa Pampulha do Museu de Arte da Pampulha, Belo Horizonte (2003). Seus trabalhos estão presentes nas coleções Blanton Museum of Art: The University of Texas, Estados Unidos; Fundação de Serralves, Portugal; Museu de Arte do Rio – MAR, Brasil; e Pinacoteca de São Paulo, Brasil.