37º Panorama de Arte Brasileira: Sob as cinzas brasa | MAM São Paulo, 2022 | Foto: Ana Pigosso
Lidia Lisbôa, 36ª Bienal de São Paulo, São Paulo, Brasil. Foto: Estúdio em Obra
37º Panorama de Arte Brasileira: Sob as cinzas brasa | MAM São Paulo, 2022 | Foto: Bruno Leão
“O Teatro” | Millan, São Paulo, 2024 | Foto: Julia Thompson
Têta | MAR, Rio de Janeiro, 2024 | Foto: Rafael Adorján
Têta | MAR, Rio de Janeiro, 2024 | Foto: Wesley Sabino
Lidia Lisbôa em seu ateliê, 2023 | Foto: Henrique Saad
A prática de Lidia Lisbôa se desenvolve em suportes distintos, sobretudo a escultura, o crochê, em performances e em desenhos. Sua pesquisa tem a tessitura de biografias como eixo fundamental, percorrendo os polos da paisagem, do corpo e da memória ao utilizar matérias nas quais se imprimem o gesto e a mão da artista. Resultado de uma prática artística constante que se mistura à vida, na obra de Lisbôa, a costura e a criação de narrativas se colocam como exercício de construção subjetiva e, portanto, de cura e ressignificação.
Suas exposições individuais mais recentes incluem: Têta, Museu de Arte do Rio – MAR, Rio de Janeiro (2024); O Teatro, Millan, São Paulo (2024); Ofício: Fio: Lidia Lisbôa: Mulher Esqueleto, Sesc Pompéia, São Paulo (2023); Acordelados, Millan, São Paulo (2022); e Memórias do afeto, Centro Cultural Santo Amaro, São Paulo, Brasil (2021).
Lisbôa participou de diversas mostras coletivas, das quais se destacam a 36ª Bienal de São Paulo Nem todo viandante anda estradas – Da humanidade como prática (2025); o 37º Panorama da Arte Brasileira, MAM São Paulo (2022); e a 13ª Bienal do Mercosul, Porto Alegre (2022). Sua obra foi integrada em mostras como Jangueando: Recent Acquisitions, 2021–2025, El Museo del Barrio, Nova York, EUA (2025); Arte na moda: MASP Renner, MASP, São Paulo (2024); Dos Brasis – Arte e Pensamento Negro, Sesc Belenzinho, São Paulo (2023); Um século de agora, Itaú Cultural, São Paulo (2022); Arte Atual: Por muito tempo acreditei ter sonhado que era livre, Instituto Tomie Ohtake, São Paulo (2022); e Enciclopédia negra, Pinacoteca de São Paulo, Brasil (2021), entre outras.
Sua obra integra a coleção de instituições como Institute for Studies on Latin American Art – ISLAA, Estados Unidos; El Museo del Barrio, EUA; Museu de Arte do Rio Grande do Sul, Brasil; Sesc São Paulo, Brasil; Princeton University Art Museum, EUA; e Pinacoteca de São Paulo, Brasil.