A Delicadeza do Excesso, curadoria Luiza Teixeira de Freitas, Kubikgallery, Lisbon, Portugal, 2026.
A Delicadeza do Excesso, curadoria Luiza Teixeira de Freitas, Kubikgallery, Lisbon, Portugal, 2026.
Através — Museu Oscar Niemeyer, Curitiba, Brasil, 2025 — foto: Ricardo Per
Através — Museu Oscar Niemeyer, Curitiba, Brasil, 2025 — foto: Ricardo Perin
A Invenção do Visível — Galeria Cerrado, Brasília, Brasil, 2025 — foto: Diego Bresani
A Invenção do Visível — Galeria Cerrado, Brasília, Brasil, 2025 — foto: Diego Bresani
A pintura como verbo | Millan, São Paulo, 2023 | Foto: Filipe Berndt
A pintura como verbo | Millan, São Paulo, 2023 | Foto: Ana Pigosso
Lumina | Instituto Tomie Ohtake, São Paulo, 2020 | Foto: Filipe Berndt
Lumina | Instituto Tomie Ohtake, São Paulo, 2020 | Foto: Filipe Berndt
Lumina | Instituto Tomie Ohtake, São Paulo, 2020 | Foto: Filipe Berndt
Lago interior | Casa da Ópera, Ouro Preto, 2022 | Foto: Eduardo Colesi
The Vanity of the Caged Bird — Vistamare, Milão, It’lia, 2024 — foto: Andrea Rossetti
A obra de Mariana Palma se materializa sobretudo em pinturas, aquarelas e fotografias, nas quais cores e imagens da natureza são exploradas em diferentes formatos e soluções técnicas. Em suas pinturas, que podem atingir grandes dimensões, toda a superfície da tela é coberta por padrões cromáticos obtidos por meio da técnica de marmorização, resultando em composições de grande complexidade visual. Sobre essas superfícies, a artista cria arranjos que articulam elementos díspares, como azulejos, ralos, plantas, flores e tecidos. Aliando uma composição rítmica precisa a uma dramaticidade que evoca a pintura barroca, suas imagens ora tornam indistinguíveis os vincos e veios entre pétalas e folhagens, ora embaralham pressupostos elementares da pintura, como figura e fundo, distinções entre planos e as próprias noções de paisagem e retrato. Reflexões sobre temporalidade e vitalidade também atravessam suas aquarelas, fotografias e obras sobre tecido, nas quais a artista exercita aproximações entre diferentes elementos orgânicos.
Realizou diversas exposições individuais, entre as quais destacam-se A Delicadeza do Excesso, Kubikgallery, Lisboa, Portugal (2026); Através, Museu Oscar Niemeyer – MON, Curitiba, Brasil (2025); A invenção do visível, Cerrado Galeria, Brasília, Brasil (2025); The Vanity of the Caged Bird, Vistamare, Milão, Itália (2024); A pintura como verbo, Millan, São Paulo, Brasil (2023); Lago Interior, Teatro Municipal Casa da Ópera, Ouro Preto, Brasil (2022); Assim como os jardins…, Palácio das Artes, Belo Horizonte, Brasil (2021); e Lumina, Instituto Tomie Ohtake, São Paulo, Brasil (2020).
Entre suas participações em exposições coletivas estão Latinoamerica, La Fundación Canaria para el Desarrollo de la Pintura, Las Palmas de Gran Canaria, Espanha (2023); MON sem paredes (2023) e Afinidades II (2022), Museu Oscar Niemeyer, Curitiba, Brasil; 50 duetos, Espaço Cultural Unifor, Fortaleza, Brasil (2021); Abstración, Galeria El Museo, Bogotá, Colômbia (2017); A Luz que Vela o Corpo é a Mesma que Revela a Tela, Caixa Cultural, Rio de Janeiro, Brasil (2017); Piece by Piece: Building a Collection, Kemper Museum of Contemporary Art, Kansas, Estados Unidos (2015); Trajetórias – Arte Brasileira na Coleção Fundação Edson Queiroz, Espaço Cultural Unifor, Fortaleza, Brasil (2013); e This is Brazil! 1990–2012, Palacio de Exposiciones y Congresos, La Coruña, Espanha (2012).
Sua obra integra coleções institucionais como Fundação Edson Queiroz, Brasil; Institute of Contemporary Art, Estados Unidos; Instituto Itaú Cultural, Brasil; Museu de Arte Contemporânea de Campinas, Brasil; Museu de Arte de Ribeirão Preto, Brasil; Museu de Arte do Rio – MAR, Brasil; Museu Oscar Niemeyer, Brasil; Pinacoteca de São Paulo, Brasil; e Pinacoteca Municipal de Santo André, Brasil.