38. Panorama da Arte Brasileira: Mil graus — org. MAM São Paulo, MAC-USP, 2024 — foto: Estúdio em Obra
38. Panorama da Arte Brasileira: Mil graus — org. MAM São Paulo, MAC-USP, 2024 — foto: Estúdio em Obra
VRUMMM | Millan, São Paulo, 2024 | Foto: Ana Pigosso
VRUMMM | Millan, São Paulo, 2024 | Foto: Ana Pigosso
Talismã, 2023 (detalhe) | Foto: Ana Pigosso
Pedras e bichos d’água | Millan, São Paulo, 2023 | Foto: Ana Pigosso
Pedras e bichos d’água | Millan, São Paulo, 2023 | Foto: Ana Pigosso
Cisne camelo, 2023 (detalhe) | Foto: Julia Thompson
Marina Woisky utiliza imagens de objetos decorativos e de ornamentos com representações orgânicas como substrato para sua produção. Distorcidas, deslocadas e comprimidas por sucessivas transposições materiais e pela passagem do tempo, essas imagens são transformadas pela artista em animais e paisagens extraordinários e quiméricos, apresentados em obras que se posicionam no limiar entre a bi e a tridimensionalidade. Com isso, a artista aborda a representação, problema fundamental das artes e noções de gosto, assim como o próprio estatuto imagético na sociedade contemporânea.
Woisky apresentou a individual Pedras e bichos d’água (2023) e VRUMMM, em parceria com a artista Julia Gallo (2024) na Millan, São Paulo, Brasil; além de Through The Garden Bars, na L.U.P.O, Milão, Itália (2024). Entre suas exposições coletivas destacam-se: Ecos e Miragens, Almeida & Dale, São Paulo, Brasil (2025); Till the Cows Come Home, na Banquet Gallery, Milão, Itália (2025); 38º Panorama da Arte Brasileira, organizado pelo MAM São Paulo no MAC USP, São Paulo (2024) e Contra-Flecha: Arqueia, mas não quebra, na Almeida & Dale, São Paulo (2023). Sua obra integra a coleção da Pinacoteca do Estado de São Paulo, Brasil.