1˚ de janeiro de 2023, transição de governo: ensaio para um novo Brasil, 2023
Maxwell Alexandre, 36ª Bienal de São Paulo, São Paulo, Brasil. Foto: Filipe Bernt
Maxwell Alexandre, 36ª Bienal de São Paulo, São Paulo, Brasil. Foto: Filipe Bernt
Novo Poder: Passabilidade | Sesc Avenida Paulista, São Paulo, 2024 | Foto: Filipe Berndt
Pavilhão 3 | Museu Histórico da Cidade, Rio de Janeiro, 2024 | Foto: Thiago Barros
Novo Poder: passabilidade | 1º Pavilhão Maxwell Alexandre – São Cristóvão, Rio de Janeiro, 2023
Nuevo poder: pasabilidad | La Casa Encendida Madrid, 2023
Pardo é Papel: The Glorious Victory and New Power | The Shed, Nova York, 2022 | Foto: Adam Reich
Encruzilhada | Prêmio Pipa, Paço Imperial, Rio de Janeiro, 2021
36º Panorama da Arte Brasileira | MAM–SP, São Paulo, 2019 | Foto: Nelson Kon
Pardo é Papel | MAC Lyon, Lyon, 2019 | Foto: Blaise Adilon
Pardo é Papel — Instituto Tomie Ohtake, São Paulo, Brasil, 2021
New Power | Palais de Tokyo, Paris, 2021
Pautada pelo conceito de autorretrato, a prática de Maxwell Alexandre extrapola as categorias e suportes tradicionais do fazer artístico. Por meio de uma lógica de citação, apropriação e associação de imagens e símbolos, bem como pelo uso de materiais de valor simbólico e biográfico, Maxwell constroi uma mitologia imagética que engloba religiosidade e militarismo. Da mesma maneira, sua obra confronta o estatuto institucional da arte contemporânea e os limites do campo da experiência estética.
Criado em berço evangélico, ele também atuou como patinador profissional e cumpriu serviço militar, dados que alimentam fundamentalmente a sua produção. Em 2018, recebeu o Prêmio São Sebastião de Cultura da Associação Cultural da Arquidiocese do Rio de Janeiro, na categoria Artes Plásticas, mesmo ano em que participou da residência artística na Delfina Foundation, Inglaterra. Em 2020, foi vencedor do Prêmio PIPA e participou de residência artística no Al Maaden Museum of Contemporary African Art, em Marrakech, Marrocos, que resultou em uma instalação para a exposição coletiva HAVE YOU SEEN A HORIZON LATELY na mesma instituição. No ano seguinte, foi eleito artista do ano pelo Deutsche Bank e listado como um dos 35 artistas de vanguarda pelo Artsy. Em 2023, foi nomeado “Homem do ano” na categoria Cultura pela revista GQ. Também em 2023, inaugurou o 1º Pavilhão Maxwell Alexandre, em São Cristóvão, e o 2º Pavilhão, na favela da Rocinha, ambos no Rio de Janeiro. De março a junho do ano seguinte, o Pavilhão Maxwell Alexandre 3 ocupou o Museu Histórico da Cidade, na capital fluminense, com a série Clube.
Participante da 36ª Bienal de São Paulo (2025), Maxwell realizou exposições individuais em instituições brasileiras e estrangeiras como Delfina Foundation, Londres, Inglaterra (2025); Sesc Avenida Paulista, São Paulo, Brasil (2024), pela qual recebeu o prêmio APCA de Melhor Exposição Nacional; Casa SP-Arte, São Paulo, Brasil (2023); Cahiers d’Art, Paris, França (2023); La Casa Encendida, Madri, Espanha (2023); e Palais de Tokyo, Paris, França (2021). Sua individual Pardo é Papel teve itinerâncias no The Shed, Nova York, Estados Unidos (2022), no Instituto Tomie Ohtake, São Paulo, e Fundação Iberê Camargo, Porto Alegre, Brasil (2021), na galeria David Zwirner, Londres, Inglaterra (2020), no Museu de Arte do Rio – MAR, Brasil, e no Musée d’art contemporain de Lyon, França (2019).
Sua obra integra as coleções da Pinacoteca de São Paulo, Brasil; MASP, Brasil; MAM Rio de Janeiro, Brasil; Museu de Arte do Rio – MAR, Brasil; Museo de Arte Centro Reina Sofia, Espanha; Musée d’art contemporain de Lyon, França; Pérez Art Museum, Estados Unidos; Guggenheim Abu Dhabi, Emirados Árabes Unidos; e Zabludowicz Collection, Inglaterra.