Maya Weishof | O mundo de dentro; o mundo de fora, 2025, detalhe | Foto: Estúdio em Obra
O último dia do século | Millan, São Paulo, 2023 | Foto: Ana Pigosso
O último dia do século | Millan, São Paulo, 2023 | Foto: Ana Pigosso
O último dia do século | Millan, São Paulo, 2023 | Foto: Ana Pigosso
May Your Mouth Contain the Shapes of Strange Word | Duarte Sequeira, Seul, 2023 | Foto: Park Yoon
May Your Mouth Contain the Shapes of Strange Word | Duarte Sequeira, Seul, 2023 | Foto: Park Yoon
Bedroom, 2022 (detalhe)
Headless | Kupfer, Londres, 2021 | Foto: Damian Griffiths
Headless | Kupfer, Londres, 2021 | Foto: Damian Griffiths
No head, big talk, 2021 (detalhe) | Foto: Julia Thompson
Fever Nights | Galerie Hussenot, Paris, 2022
Primeiros Sóis | Auroras, São Paulo, 2020 | Foto: Ana Pigosso
Primeiros Sóis | Auroras, São Paulo, 2020 | Foto: Ding Musa
Maya Weishof trabalha principalmente com pintura e desenho sobre superfícies como tela e tecidos. A artista utiliza de fragmentos, distorções, caricaturas e criaturas híbridas na concepção de imagens em que corpo e paisagem se revelam como substância um para o outro. Weishof toma o desenho como ponto de partida de seu trabalho e o constroi a partir de memórias, mitos e cenas que dialogam com a história da arte ou, mais especificamente, com a história das imagens. Sua obra busca escapar à premissa de uma narrativa linear ou fechada em si mesma, expandindo o aporte figurativo a um imaginário de múltiplos desdobramentos semânticos.
Entre suas exposições individuais, destacam-se: Works on Paper, LAMB Gallery, Londres, Inglaterra (2025); O último dia do século, Millan, São Paulo, Brasil (2023); Fever Nights, Galerie Hussenot, Paris, França (2022); Headless,Kupfer, Londres, Inglaterra (2021); Primeiros Sóis, Auroras, São Paulo, Brasil (2020); Os substitutos, Boiler Galeria, Curitiba, Brasil (2019). Integrou a 14ª Bienal do Mercosul, em Porto Alegre, Brasil (2025), e as mostras coletivas Summer Fling, L.U.P.O., Milão, Itália (2024); Apéritif [apeʁitif], Palazzo Monti, Brescia, Itália (2024); Antes e agora, longe e aqui dentro, Museu Oscar Niemeyer, Curitiba, Brasil (2024); Arte Atual – Por muito tempo acreditei ter sonhado que era livre, Instituto Tomie Ohtake, São Paulo, Brasil (2022); Female Voices of Latin America, MADC, Costa Rica (2021); Eletric Dreams, Nara Roesler, Rio de Janeiro, Brasil (2021); Contigere, Cisterna Galeria, Lisboa, Portugal (2020); Monster High, Olhão, São Paulo, Brasil (2020); Estamos Aqui!, Museu de Arte Contemporânea do Paraná, Curitiba, Brasil (2019); e A Vastidão dos Mapas, Museu Oscar Niemeyer, Curitiba, Brasil (2017).
Sua obra integra importantes coleções institucionais e privadas no Brasil e no exterior, sendo elas: Pinacoteca de São Paulo, Brasil; Museu Oscar Niemeyer, Brasil; e Rennie Museum Collection, Canadá.