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Nuno Ramos
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O Direito à Preguiça – Exposição individual Centro Cultural Banco do Brasil, Belo Horizonte, Brasil, 2016

29. Bienal de São Paulo – Há sempre um copo de mar para um homem navegar, Bandeira branca, instalação – São Paulo, Brasil, 2010

O que são as horas? – Exposição individual,
Museu de Arte da Pampulha, Belo Horizonte, Brasil, 2003

Cal –  Maria Antonia, São Paulo, Brasil, 2013

Três casas – Exposição individual Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul – MACRS, Porto Alegre, Brasil, 2025

Globo da Morte de Tudo – Exposição individual Anita Schwartz Galeria de Arte, Rio de Janeiro, Brasil, 2012

Marcha À Ré – Performance em colaboração com Teatro da Vertigem Avenida Paulista, São Paulo, Brasil, 2020

Cortejo de veículos que se deslocou em sentido inverso do usual, em marcha à ré. Nele, os motoristas-participantes completaram um trajeto na cidade de São Paulo que partiu da Avenida Paulista, de frente ao edifício da FIESP, e terminou no cemitério da Consolação. 

Performance/filme em colaboração com Teatro da Vertigem e filmada por Eryk Rocha.

Os Desastres Da Guerra (A Extinção É Para Sempre, 3) – Teatro Antunes Filho Sesc Vila Mariana, São Paulo, Brasil, 2021

Montes –  Sesc Pompeia, São Paulo, Brasil, 1994

Nuno Ramos

Sobre

1960, São Paulo, Brasil
Vive e trabalha em São Paulo, Brasil

Nuno Ramos é escritor e artista. Sua obra toma a forma de pinturas, instalações, esculturas, textos, peças teatrais, sambas e das sobreposições entre eles. Seu corpo de trabalho pode ser entendido como um conjunto de tentativas isoladas ou combinadas de entranhar o fazer artístico na matéria; de criar arranjos provisórios entre antagonismos; de concatenar movimentações e de armar cenas — conduzidas por atores humanos e não humanos.

Ao operar a temporalidade e a duração, suas obras se dirigem aos limites da matéria, da linguagem e do objeto de arte, colocando a atuação e o controle do próprio artista em fragilidade. Ora com aspecto vivaz, ora solene e em constante diálogo com figuras fundamentais da literatura, do samba, do cinema e da intelectualidade brasileiros, a produção do artista também reflete sobre a realidade política-histórica e cultural do país.

Iniciou sua trajetória artística na década de 1980, no ateliê Casa 7, grupo com o qual integrou a 18ª Bienal de São Paulo (1985). Desde então, Nuno Ramos representou o Brasil no pavilhão nacional da 46ª Bienal de Veneza, Itália (1995), e participou das 20ª, 22ª e 29ª edições da Bienal de São Paulo (em 1989, 1994, e 2010, respectivamente), da Bienal do Mercosul (2005; 2015), da II Bienal de la Habana, Cuba (1986), do 29º Panorama da Arte Brasileira, MAM São Paulo (2005), entre outras mostras internacionais.

Recebeu o Grant-Award da Barnett and Annalee Newman Foundation pelo conjunto de sua obra em 2006. Como autor, recebeu por duas vezes o Prêmio Portugal-Telecom pelos livros Ó (2008) e Junco (2011). Seu livro mais recente, Jardim Botânico, reúne poemas e foi publicado pela Todavia em 2023. Tem mais de 100 canções gravadas.

Realizou exposições individuais em instituições como MACRS, Porto Alegre (2025; 2016); Biblioteca Mario de Andrade, São Paulo (2022); Sesc São Paulo (2021); Instituto Ling, Porto Alegre (2021); Centro Cultural Banco do Brasil, Belo Horizonte (2016); Sesc Pompeia, São Paulo (2016; 1994); Estação Pinacoteca, São Paulo (2015); Fundação Iberê Camargo, Porto Alegre (2014); Caixa Cultural, Rio de Janeiro (2014); MAMAM, Recife (2012); MAM Rio, Rio de Janeiro (2010); Instituto Tomie Ohtake, São Paulo (2006); Pinacoteca do Estado, São Paulo (2004); MAM São Paulo, São Paulo (2000); MAC-USP, São Paulo (1988). 

Sua obra integra coleções como Instituto Inhotim, Brumadinho, Brasil; Jewish Museum, Nova York, EUA; Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo – MAC USP, São Paulo, Brasil; Museu de Arte Moderna de São Paulo, São Paulo, Brasil; Museu de Arte de Brasília, Brasília, Brasil; Pinacoteca do Estado de São Paulo, São Paulo, Brasil; Städtische Galerie Villa Zanders, Bergisch Gladbach, Alemanha; Tate Modern, Londres, Inglaterra; The Deutsch Bank Collection, Alemanha; Thyssen-Bornemisza, Viena, Áustria; University of Essex Collection of Latin American Art, Essex, Inglaterra e Walker Art Center, Minneapolis, EUA.

Obras
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Tcha tcha tcha
2025
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fodasefoice 4
2008
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Antígona 17
2018
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Sem Título
2003
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No País dos Hoyhnhnms
2015
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Sem Título
2024
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La noche oscura
2024
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Waiting For My Wings
2022
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Proteu 08 (enormejavali)
2015
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Proteu 06 (arvoredealtasfolhas)
2015
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Sem Título
2025
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Sem título
2004
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Schereber 30 - O Sol e uma Puta (Sol, Farao, Borboleta)
2012
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