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Rayana Rayo
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Rayana Rayo — Ilha, Almeida & Dale, São Paulo, 2026 — foto: Julia Thompson

Rayana Rayo — Ilha, Almeida & Dale, São Paulo, 2026 — foto: Julia Thompson

Rayana Rayo — Ilha, Almeida & Dale, São Paulo, 2026 — foto: Julia Thompson

Yo soy semilla — Travesía Cuatro, Guadalajara, Mexico, 2025 — foto: Agustín Arce

Yo soy semilla — Travesía Cuatro, Guadalajara, Mexico, 2025 — foto: Agustín Arce

A Terra, o Fogo, a água e os ventos – Por um museu das errâncias com Edouard Glissant — Instituto Tomie Ohtake, São Paulo, Brasil, 2025 — foto: Estúdio em Obra

Nas restingas, onde sonha o coração — Galeria Marco Zero, Recife, Brasil, 2025 — foto: Danilo Galvão

Nas restingas, onde sonha o coração — Galeria Marco Zero, Recife, Brasil, 2025 — foto: Danilo Galvão

Rayana Rayo

Sobre

1989, Recife, Brasil
Vive e trabalha em Recife, Brasil

A obra de Rayana Rayo nasce de processos profundamente pessoais. Suas pinturas, que evocam paisagens ou organismos vegetais, constituem um bioma próprio, que responde a experiências sensíveis e a elaborações subjetivas. Rayo parte de formas fundamentais e de uma paleta de cores rebaixada para criar fabulações em suas pinturas, das quais emergem formas que aludem a montes, ilhas, paisagens aquáticas e abissais, além de plantas, bichos e outros seres que se destacam do fundo e cintilam na superfície da tela.

De caráter onírico, suas representações não buscam correspondência imediata com o mundo exterior. Ainda que este seja sugerido em suas formas, para a artista, a pintura se afirma como um instrumento de materialização de memórias, desejos e experiências cotidianas, ao mesmo tempo em que estabelece diálogo com a tradição artística pernambucana.

Com uma trajetória intimamente ligada às artes desde a infância, dada pela convivência com o pai, figura proeminente no circuito artístico de Pernambuco, Rayana Rayo passou a se dedicar à pintura em 2015. Desde então, teve exposições individuais na Almeida & Dale, São Paulo, Brasil (2026); Travessía Cuatro, Guadalajara, México (2025); Galeria Marco Zero, Recife (2025); Casa Criatura, Olinda (2019); e Casa Vândala, Fortaleza (2018). Participou ainda de exposições coletivas como 39º Panorama da Arte Brasileira: Depois que tudo foi dito, MAM São Paulo (2026); Naturaleza Arquitecta, no Museo de Arte Moderno de Buenos Aires (2026), A terra, o fogo, a água e os ventos – Por um Museu da Errância com Édouard Glissant, no Instituto Tomie Ohtake, São Paulo (2025) — ocasião na qual realizou a residência artística promovida pela Édouard Glissant Art Fund, na Martinica —; Entre colapsos e encantamentos, Galeria ReOcupa, São Paulo (2025); Surge et veni, Millan, São Paulo (2024); Invenção dos reinos, Oficina Francisco Brennand, Recife (2023); Solar nascente, Solar dos Abacaxis, Rio de Janeiro (2022), entre outras. Sua obra integra o acervo da Pinacoteca de São Paulo e do REC Cultural, em Recife. 

Textos
Obras
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Ensaios da última ilha 4
2026
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Ensaios da última ilha 2
2026
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As vezes do topo 3
2026
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Quatro metros acima do nível do mar
2026
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Dia de tomar sol
2025
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Desejo de mudança
2024
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Se espalhando com o vento
2024
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Sem título
2024
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Nada se veste tão belo
2024
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7 sóis
2025
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Sombra e imagem
2024
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Sem título
2024
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Multiplicando para além da terra e do ar, com água dentro e fora
2025
Exposições
Viewing Rooms

Notícias