Apenas depois da chuva | Instituto Inhotim, Brumadinho, 2024 | Foto: Icaro Moreno/Inhotim
Rebeca Carapiá, 36ª Bienal de São Paulo, São Paulo, Brasil. Foto: Estúdio em Obra
Apenas depois da chuva | Instituto Inhotim, Brumadinho, 2024 | Foto: Icaro Moreno/Inhotim
Flutuantes | 38º Panorama da Arte Brasileira, MAC USP, São Paulo, 2024 | Foto: Estúdio em Obra/MAM São Paulo
Flutuantes | 38º Panorama da Arte Brasileira, MAC USP, São Paulo, 2024 | Foto: Estúdio em Obra/MAM São Paulo
Paisagens da casa alagada | MAC Bahia, Salvador, 2024 | Foto: Nti Uirá
Um barco feito para afundar | CCSP, São Paulo, 2021 | Foto: Filipe Berndt
Ao utilizar o ferro e o cobre como seus principais materiais, o trabalho de Rebeca Carapiá se desdobra em esculturas, instalações, desenhos e gravuras, nos quais torção, união e aproximação entre essas matérias constituem uma caligrafia abstrata. Tomando a palavra como ponto de partida, as obras de Carapiá insuflam, dobram e seccionam a linguagem em um exercício de deslocá-la de uma posição linear e monolítica. Assim, seus trabalhos se configuram como uma língua particular, que resulta do liame entre corpo, terreno, memória e os saberes oriundos das vivências da artista, bem como daqueles imbuídos na materialidade das peças.
Rebeca Carapiá teve obras comissionadas pela 36ª Bienal de São Paulo Nem todo viandante anda estradas – Da humanidade como prática (2025); pelo Instituto Inhotim, em Brumadinho (2024), assim como pelo 38º Panorama da Arte Brasileira, realizado pelo MAM São Paulo no MAC USP, em São Paulo (2024). Também realizou exposições individuais em São Paulo em 2023, 2021 e 2020, mesmo ano no qual participou do Pivô Satélite.
Carapiá também participou da 3ª Frestas – Trienal de Artes, no Sesc Sorocaba (2021), e do Valongo Festival Internacional da Imagem, em Santos (2019), além de exposições coletivas em instituições como Sesc Pinheiros, São Paulo (2024); MAC Bahia, Salvador (2024); MAM São Paulo (2023); Lunds konsthall, Lund, Suécia (2022); Museu de Arte do Rio – MAR, Rio de Janeiro (2022); Solar dos Abacaxis, Rio de Janeiro (2022); MAM Bahia, Salvador (2022); Instituto Tomie Ohtake, São Paulo (2022); Pinacoteca de São Paulo (2021); Instituto Moreira Salles – IMS, São Paulo (2021). Sua obra pertence aos acervos do Instituto Inhotim, MAM Bahia e Pinacoteca de São Paulo, Brasil.