Lindaviejalocabruja – Exposição individual com curadoria de Manuel Borja Villel, Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, Madri, Espanha, 2019
Lindaviejalocabruja – Exposição individual com curadoria de Manuel Borja Villel, Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, Madri, Espanha, 2019
Por aqui tudo é novo – Curadoria de Marta Mestre, Instituto Inhotim, Brumadinho, Brasil, 2016
53ª Bienal de Veneza –Fare Mondi // Making World, curadoria de Daniel Birnbaum,Veneza, Itália, 2009
53ª Bienal de Veneza – Fare Mondi // Making World, curadoria de Daniel Birnbaum,Veneza, Itália, 2009
11ª Sharjah Biennial – Curadoria de Yuko Hasegawa. Sharjah, Emirados Árabes, 2013
O Jardim das coisas do sótão — Museu da Pampulha, Bolsa Pampulha, Belo Horizonte, Brasil, 2004
Para Marcela e as outras — Exposição individual com curadoria de Douglas de Freitas, Capela do Morumbi, São Paulo, Brasil, 2017
Para Marcela e as outras — Exposição individual com curadoria de Douglas de Freitas, Capela do Morumbi, São Paulo, Brasil, 2017
Em sua obra, Sara Ramo cria um campo simbólico mediado pelo contexto e pelo saber intuitivo. Com características polimórficas, seus trabalhos abordam a convivência de elementos em suposta oposição, incorporando o contraditório e a diversidade como parte da experiência vital. Em suas instalações, a estranheza e o comum são convocados a trocar constantemente de lugar, convidando o público a experimentar, de forma física, singulares territórios. A noção de colagem e de reinvenção é recorrente no repertório da artista, no qual rastros e detritos que permeiam a vida material são justapostos em diálogo constante entre o íntimo e o coletivo. Em um movimento de delicada e visceral reorganização metamórfica, o trabalho de Sara Ramo expressa as estruturas invisibilizadas que sustentam o mundo, as agrupações possíveis e as maneiras em que a atividade criadora pode se manifestar.
A artista integrou a 13ª Bienal de Havana (2019); as 33ª e 29ª Bienais de São Paulo (2018, 2010); 20ª Bienal de Arte de la Paiz, Guatemala (2016); 11ª Bienal de Sharjah (2013); as 9ª e 6ª Bienal do Mercosul (2013, 2007); e 53ª Bienal de Veneza (2003). Entre as individuais apresentadas pela artista, destacam-se Atirando Pedras, Centro Internacional das Artes José de Guimarães, Portugal (2022); Os Ajudantes, Palácio das Artes, Belo Horizonte (2021); Armação do remoto ou deslembrança vertebrada, Centro de Arte Dos de Mayo, Madri, Espanha (2020); Cartas sobre a mesa, Museu de Arte de Zapopan, México (2020); lindaviejalocabruja, Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, Madri, Espanha (2019); La caída y otras formas de vida, Alcalá 31, Madri, Espanha (2019); e Para Marcela e as outras, Capela do Morumbi, São Paulo, Brasil (2017).
Ramo participou de diversas exposições coletivas, tais como Untitled (picture from paradise), Museo de Arte Contemporáneo de Monterrey – MARCO, México (2025); H BOX, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, Portugal (2025); Nossa Senhora do Desejo, Almeida & Dale, São Paulo (2025); Chão da praça, Pinacoteca de São Paulo (2023); Intimidades Radicais, Instituto Tomie Ohtake, São Paulo (2022); e Arte y Arquitectura: un diálogo, Centro Botín, Santander, Espanha (2020). Sua obra está presente em acervos particulares e públicos, entre eles: Centro de Arte Dos de Mayo – CA2M, Espanha; Coleção Patrícia Phelps de Cisneros, EUA; Coleção Gilberto Chateaubriand, Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro – MAM Rio, Brasil; Fondazione Cassa di Risparmio di Modena, Italy; Fonds régional d’art contemporain – FRAC, França; Instituto Inhotim, Brasil; Margulies Collection, USA; Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, Espanha; Pérez Art Museum – PAMM, EUA; e Pinacoteca do Estado de São Paulo, Brasil.