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Thiago Rocha Pitta

Mapa celeste da noite de 02 de setembro de 2018, 2021 (detalhe)

Abismo sobre abismo | A Fundação Abismo, Petrópolis, 2018

Abismo sobre abismo | A Fundação Abismo, Petrópolis, 2018

Atlas/Oceano, 2014

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30ª Bienal de São Paulo, 2012 | Foto: Everton Ballardin

O Primeiro Verde | Millan, São Paulo, 2018 | Foto: Filipe Berndt

Noite de Abertura | MAM Rio, Rio de Janeiro, 2020 | Foto: Mariana Rocha

Saudades da Pangeia | Millan, São Paulo, 2011 | Foto: Edouard Fraipont

Thiago Rocha Pitta

Sobre

1980, Tiradentes, MG, Brasil
Vive e trabalha em Rio de Janeiro, RJ, e Petrópolis, RJ, Brasil

A pesquisa de Thiago Rocha Pitta está ancorada na investigação de elementos do domínio natural, de escala macro ou microcósmica. Suas obras têm no cerne a ideia de entropia e sugerem uma temporalidade dilatada, como aquela própria das transformações da natureza, constituindo, assim, situações silenciosas e, por vezes, surreais.

Por meio de linguagens como vídeo, fotografia, escultura, intervenções públicas, além de aquarela e afresco, o artista ora realiza trabalhos nos quais as intempéries e ações orgânicas e geológicas agem como “coautoras”, ora aproxima imagens para criar narrativas que sobrepõem temporalidades, apontando a permanência do etos extrativista de acontecimentos históricos e atuais. A relação simbiótica entre as esculturas e instalações de Rocha Pitta com a natureza e a paisagem se dá de forma plena na Fundação Abismo, localizada em Petrópolis, em uma região de Mata Atlântica, onde ele vive e mantém seu ateliê.

Thiago Rocha Pitta iniciou sua produção artística em 2000, depois de se mudar para o Rio de Janeiro e frequentar cursos de arte, filosofia e estética na UFRJ e na EAV Parque Lage. Recebeu o Prêmio Marcantonio Vilaça em 2005 e o Prêmio Open Your Mind, na Suíça, em 2009. Em 2014, participou do programa de residência artística Circulating AiR, na Noruega.

Entre suas exposições individuais, estão O primeiro verde, em 2018, Atlas/Oceano, em 2014, Saudades da Pangeia, 2011, e Calmaria, de 2008, todas na Millan. Além destas, realizou O Suplício de Cabral, Simões de Assis, São Paulo, em 2022; Noite de Abertura, MAM, Rio de Janeiro; Hugo França & Thiago Rocha Pitta: Tropical Molecule, Galeria Marianne Boesky, Aspen, em 2019. Das coletivas em que participou, se destacam Chosen Memories, no MoMA, Nova York, em 2023; Planet B: Climate Change & the New Sublime, Palazzo Bollani, Veneza, em 2022; Histórias Brasileiras, MASP, São Paulo, também em 2022; Passado/Futuro/Presente, no MAM, São Paulo, em 2018; 30ª Bienal de São Paulo, em 2012; J’en Rêve, Fondation Cartier pour L’art Contemporain, Paris, em 2005. Suas obras integram coleções institucionais como as do MoMA, Nova York; Colección Jumex, Cidade do México; MAM, São Paulo; MAM, Rio de Janeiro; Instituto Inhotim, Brumadinho; ThyssenKrupp, Viena; e Hara Museum, Tóquio.

Textos
Obras
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Dois de Fevereiro
2023
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Mapa celeste da noite (02.09.2018)
2021
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Eclipse solar (02.07.2019)
2021
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O Pesadelo da Terra
2022
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Phosphorum amplificatio
2021
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Eclipse da lua (27.07.2018)
2019
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A Chegada de Cabral
2022
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Sem título
2018
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Paisagem marinha com cianobactérias
2017
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Paisagem marinha com cianobactérias
2017
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Atlas/Oceano
2014
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Monumento (meio enterrado) à deriva continental
2012
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Monumento à Deriva Continental
2011
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Bruma Rochosa
2009
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Herança
2007
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Homenagem a W. Turner
2002
Exposições

Notícias