Buraco no céu — Museu Oscar Niemeyer, Curitiba, Brasil, 2023 — foto: Antônio More
Buraco no céu — Museu Oscar Niemeyer, Curitiba, Brasil, 2023 — foto: Antônio More
Explorando a espacialidade, os trabalhos de Túlio Pinto estão situados entre a escultura e a instalação e resultam em sistemas que desenvolvem as capacidades físicas e visuais da matéria. Os conceitos de equilíbrio e de harmonia permeiam de maneira singular a elaboração de cada peça, em que o jogo entre pesos, tamanhos e densidades formula a coexistência de opostos como rigidez e fragilidade, equilíbrio e queda. Utilizando materiais como concreto, chapas de ferro e vidros, sua produção gira em torno do conceito de efemeridade e transformação que circundam a relação entre corpos e o espaço.
Túlio Pinto realizou exposições individuais em espaços como Cerrado Cultural, Brasília (2025); Museu Oscar Niemeyer – MON, Curitiba (2023); Millan, São Paulo (2022, 2020); Fondamenta Sant’Apollonia (2019); Piero Atchugarry Gallery, Veneza, Itália (2019); Galeria Senda, Barcelona, Espanha (2018); Baró Galeria, São Paulo (2018); Humo Gallery, Zurique, Suíça (2017); Phoenix Institute of Contemporary Art, Estados Unidos (2015); e Santander Cultural, Porto Alegre (2013).
O artista também participou de exposições coletivas, entre as quais destacam-se: ABERTO Rua, São Paulo, Brasil (2026); 13ª Bienal do Mercosul, Porto Alegre, Brasil (2022); Coleção Sartori: A arte contemporânea habita Antonio Prado, Museu de Arte do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, Brasil (2022); Le soleil se lève aussi, Manifesta, Lyon, França (2021); Glass and Concrete, Marta Herford Museum, Herford, Alemanha (2020); Reagents, Complesso dell’Ospedaletto, Veneza, Itália (2019); Tensão e dinamismo, Piero Atchugarry Gallery, Miami, Estados Unidos (2018); Combining Materials, Rosenfeld Porcini Gallery, Londres, Inglaterra; e Memória e momento, MON, Curitiba, Brasil (2017). Foi premiado no 65º Salão Paranaense (2014); na ARTIGO Rio / ARTTOWN Programa de Residência Artística; na 9ª Rede Nacional Funarte (2013); no Prêmio Energisa Artes Visuais (2012); e no Salão de Arte de Mato Grosso do Sul (2011).
Seu trabalho integra coleções de instituições como Museu Marta Herford, Alemanha; Fundación Pablo Atchugarry, Uruguai; Fundação María Cristina Masaveu Peterson, Espanha; Piramidón, Espanha; Coleção de arte do Phoenix College, Estados Unidos; Instituto Figueiredo Ferraz, Brasil; Museu de Arte Contemporânea do Paraná, Brasil; Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul, Brasil; Museu Nacional de Brasília, Brasil; Museu Oscar Niemeyer, Brasil.