Chahal Chama, 2023 (detalhe) | Foto: Ana Pigosso
Mão invisível | Millan, São Paulo, 2024 | Foto: Julia Thompson
Vivian Caccuri & Miles Greenberg: The Shadow of Spring | New Museum, Nova York, 2022 | Foto: Dario Lasagni
Descomprimidos | Millan, São Paulo, 2022 | Foto: Ana Pigosso
Descomprimidos | Millan, São Paulo, 2022 | Foto: Ana Pigosso
Descomprimidos | Millan, São Paulo, 2022 | Foto: Ana Pigosso
32ª Bienal de São Paulo | São Paulo, 2016 | Foto: Ilana Bar/Estúdio Garagem/Fundação Bienal de São Paulo
32ª Bienal de São Paulo | São Paulo, 2016 | Foto: Ilana Bar/Estúdio Garagem/Fundação Bienal de São Paulo
Febre da Selva Elétrica, curadoria — Galeria Municipal do Porto, Porto, Portugal, 2024 — foto: Dinis Santos
Febre da Selva Elétrica, curadoria — Galeria Municipal do Porto, Porto, Portugal, 2024 — foto: Dinis Santos
Vivian Caccuri investiga culturas musicais e produções sonoras em sentido amplo, propondo experimentos com o som que ultrapassam o campo auditivo e abarcam o visual, o corpóreo e o tecnológico. Por meio de objetos, instalações, performances e músicas originais, Caccuri cria situações que desorientam a experiência cotidiana e, por consequência, interrompem percepções sedimentadas na cultura e entranhadas às estruturas cognitivas. A artista lança luz sobre condicionamentos históricos e culturais que assentam distinções entre ruído, música, sons naturais e silêncio.
As construções de Soundsystems, em diversos materiais e contextos, evidenciam o sentido coletivo e, tantas vezes, o silenciamento em torno de certas expressões musicais. Com isso, seu trabalho assume um forte sentido político. Nos últimos anos, mesclando dados científicos e ficção, Vivian Caccuri tem investigado mitologias que envolvem o mosquito e outros insetos. Narradas em bordados e desenhos, essas obras recontam e atualizam histórias que descrevem a aversão humana a esses animais, tanto como agente epidêmico quanto pelas suas emissões sonoras.
Entre as exposições individuais que realizou, destacam-se aquelas no CCBB, São Paulo, Brasil (2026); Mattress Factory, Pittsburgh, EUA (2025); Galeria Municipal do Porto, Portugal; Museum Folkwang, Essen, Alemanha (2024); HUA International, Pequim, China (2023); Kunsthal 44Møen, Møen, Dinamarca; e New Museum, Nova York, EUA (2022).
Caccuri também participou de exposições coletivas no Brasil e no exterior, em instituições como MOCA, Tucson, EUA (2025); Museo Jumex, Cidade do México (2024); Neue Kunstverein Wien, Viena, Áustria (2024); MASP, São Paulo, Brasil (2024); Kunsthall, Trondheim, Noruega (2023); High Line Art, Nova York, EUA (2020). Em 2019 apresentou uma obra comissionada pela Serpentine Galleries em Londres, Inglaterra. Participou da ABERTO5, São Paulo, Brasil (2026); 58ª Bienal de Veneza, Itália (2019); 11ª e 13ª edições da Bienal do Mercosul (2018 e 2022); 32ª Bienal de São Paulo (2016); Bienal de Kochi-Muziris, Índia (2018); e 33º Panorama da Arte Brasileira, MAM São Paulo, Brasil (2013).
A obra de Vivian Caccuri integra as coleções do Museu de Arte do Rio – MAR, Brasil; Pinacoteca de São Paulo, Brasil; e do Institute of Contemporary Art – ICA, Estados Unidos.