Carregando Resultados
Exposição individual

Vista da exposição

Foto: Everton Ballardin

Oswaldo Goeldi

Sem título, 1945 c.

Xilogravura

8 x 10 cm

Oswaldo Goeldi

Sem título, 1945 c.

Xilogravura

8,5 x 10,5 cm

Oswaldo Goeldi

Sem título, s.d.

Xilogravura

18 x 11 ,5 cm

Oswaldo Goeldi

Pescador perdido, ca. 1955

Xilogravura colorida

23 x 35 cm

Oswaldo Goeldi

Pescador perdido, ca. 1955

Colorful woodcut

23 x 35 cm

Oswaldo Goeldi

Luz noturna, c. 1960

Xilogravura

19,5 x 14,5 cm

Oswaldo Goeldi

Auto-retrato, ca. 1950

Xilogravura

30 x 22 cm

Oswaldo Goeldi

Pescadores e chapéu

Xilogravura

27 x 29 cm

Vista da exposição

Foto: Everton Ballardin

Vista da exposição

Foto: Everton Ballardin

Vista da exposição

Foto: Everton Ballardin

Vista da exposição

Foto: Everton Ballardin

Vista da exposição

Foto: Everton Ballardin

Vista da exposição

Foto: Everton Ballardin

Vista da exposição

Foto: Everton Ballardin

18/07 – 16/08/14

Fradique 1360

Oswaldo Goeldi
Exposição individual

Sobre

18/07 – 16/08/14

Fradique 1360

A Galeria Millan apresenta, de 17 de julho a 16 de agosto, individual de um dos maiores nomes da arte brasileira: o gravador, desenhista, ilustrador e professor Oswaldo Goeldi (1895 – 1961). A mostra reúne algumas das gravuras mais representativas de diferentes períodos de sua trajetória, como Mar Calmo (1937), Autorretrato (1950), Chuva (1957) e Luz Noturna (1960).

Os visitantes poderão conhecer aquarelas e desenhos raramente expostos, além de um conjunto importante de xilogravuras. A exposição ainda mostrará um pequeno ateliê, montado pelo Projeto Goeldi, equipado com instrumentos e objetos de trabalho utilizados pelo artista, que ajudam a compreender seu universo de criação.

Um dos maiores expoentes da gravura brasileira, Goeldi conferiu potência moderna à técnica arcaica da xilogravura, compondo suas obras a partir de elementos mínimos de luz e sombra. Diferente do modernismo predominantemente solar e tropical, o artista traz desde o início de sua produção um olhar direcionado aos aspectos desolados da cidade – a noite, os casarões, as ruas estreitas da periferia e as pessoas marginalizadas pela sociedade. É a partir dessas cenas que constrói seu expressionismo de paisagens quase fantásticas, que mostram uma realidade bruta, de solidão e silêncio.