Carregando Resultados
O Legado Experimental

Guga Szabzon, Remanso, 2023 (detalhe)

O Legado Experimental | Millan, São Paulo, 2024 | Foto: Ana Pigosso

O Legado Experimental | Millan, São Paulo, 2024 | Foto: Ana Pigosso

O Legado Experimental | Millan, São Paulo, 2024 | Foto: Ana Pigosso

O Legado Experimental | Millan, São Paulo, 2024 | Foto: Ana Pigosso

O Legado Experimental | Millan, São Paulo, 2024 | Foto: Ana Pigosso

O Legado Experimental | Millan, São Paulo, 2024 | Foto: Ana Pigosso

20/01 – 02/03/24

Exposição coletiva

Curadoria: Antonio Gonçalves Filho

Fradique 1430

O Legado Experimental

Artistas
Sobre

20/01 – 02/03/24

Exposição coletiva

Curadoria: Antonio Gonçalves Filho

Fradique 1430

A Millan inicia seu programa de 2024 no dia 20 de janeiro com O Legado Experimental. Com curadoria de Antonio Gonçalves Filho, a exposição simultaneamente olha para a história da galeria e aponta para seu movimento atual de expansão.

O Legado Experimental estabelece diálogos entre a produção contemporânea e obras de artistas ativas desde a década de 1950.

A mostra conta com obras de Elena Damiani, Guga Szabzon e Vivian Caccuri, representadas pela galeria, além de trabalhos de Anna Maria Maiolino, Flávia Ribeiro (a Frapê, morta em outubro último), Mira Schendel e Lygia Pape, cujas trajetórias convergem com a da Millan.

A exposição evidencia as contribuições das veteranas para a transformação do cenário artístico nacional e seus ecos na produção das artistas mais jovens, cujo cerne continua sendo o experimentalismo. 

Um dos elementos que une esses trabalhos é a noção de desenho, que aparece como gesto ou no uso do papel como suporte — caso das obras de Szabzon, que cria “páginas de caderno” com bordados sobre feltro, ou das monotipias de Schendel. 

Outro ponto de contato entre as produções é o uso de materiais não habituais e de novas tecnologias, além da busca por referências que extrapolam a tradição artística. Exemplos são os trabalhos de Pape, da histórica série Amazoninos, e os de Vivian Caccuri, que investigam a percepção sonora e utilizam materiais como telas de mosquiteiro ou chaves.

As obras de Maiolino apresentam afinidades com as da artista peruana Elena Damiani, que se dedica à exploração de mármores e granitos. Ambas remetem ao tempo essencial para a formação da matéria, suscitando reflexões profundas sobre a atuação das artistas na manipulação desses materiais. Além disso, as criações provocam contemplações sobre a ideia metafísica relacionada à gênese e transformação desses elementos.

No mesmo dia, também será inaugurada Surge et veni. A coletiva reúne jovens pintores que têm ganhado destaque no circuito artístico e apresenta diferentes desdobramentos da pintura contemporânea.

Textos
Obras
Visualizar
|||
Anna Maria Maiolino
Sem título (da série Cobrinhas)
1992
Visualizar
|
Anna Maria Maiolino
Mais de 50 (da série Preposições)
2008/2013
Visualizar
|||
Guga Szabzon
Remanso
2023
Visualizar
|
Guga Szabzon
Suspense
2023
Visualizar
Lygia Pape
Volante
1999
Visualizar
|
Lygia Pape
Sem título (da série Livro dos Caminhos II)
1963/1976
Visualizar
||
Flávia Ribeiro
Sem título
déc. 1980 [1980's]
Visualizar
|
Flávia Ribeiro
Dust
1989
Visualizar
|||
Lava transparente II
2023
Visualizar
|||
Vivian Caccuri
My Mistake II
2015
Visualizar
||
Elena Damiani
Transits and Occultations III
2021
Visualizar
|
Elena Damiani
Mineral Cartographies (Europa)
2019
Visualizar
Mira Schendel
Sem título (da série Datiloscritos)
1974