Gustavo Caboco é um dos artistas da coletiva Um rio não existe sozinho com abertura para o dia 3 de outubro. Criada pelo Instituto Tomie Ohtake, a exposição marca a reabertura do Parque Zoobotânico do Museu Paraense Emílio Goeldi, em Belém.
Gustavo Caboco é um dos artistas da coletiva Um rio não existe sozinho, com abertura para o dia 3 de outubro. Criada pelo Instituto Tomie Ohtake, a exposição marca a reabertura do Parque Zoobotânico do Museu Paraense Emílio Goeldi, em Belém.
Integrada à programação da COP30, a mostra tem curadoria de Sabrina Fontenele e Vânia Leal, e convida artistas, mestres tradicionais, arquitetos, cientistas e ativistas para ocupar diferentes espaços do Parque Zoobotânico com manifestações artísticas realizadas por ocasião do evento. São obras site specific, concebidas em diálogo com o ecossistema local, sugerindo uma convivência integrada, onde cada obra se adapta às condições do ambiente.
Na mostra, Caboco apresenta Casa de bicho e Antibatismo: Victoria Regia, instalações que afirmam a memória e a permanência indígena ao mesmo tempo que questionam as violências coloniais presentes na Amazônia.
Ainda na sexta-feira de abertura, Sabrina Fontenele convida Gustavo Caboco, juntamente com Sallisa Rosa e Déba Tacana, para uma conversa, a partir das 9h, no Auditório do Pavilhão Eduardo Galvão do Parque Zoobotânico do Museu Paraense Emílio Goeldi. Um rio não existe sozinho, fica em cartaz até 30 de dezembro.
Um rio não existe sozinho fica em cartaz até 30 de dezembro