Tender Debris reúne artistas de diferentes gerações que compartilham práticas mobilizadas pelo uso de materiais descartados e excedentes do consumo. Com obras realizadas entre 1959 e 2025, a mostra destaca a criação de novos significados e valores a partir de elementos apropriados.
A exposição inclui trabalhos da série Xilempasto, desenvolvida por Henrique Oliveira desde 2010, na qual tapumes de madeira se reorganizam em composições que transitam entre o escultórico e o pictórico. Já a obra de Moffat Takadiwa é destacada no texto de Barbara Soyer que acompanha a mostra, pela maneira como o artista desenvolve “novos e nobres usos para cabeças de escovas de dente e teclas de teclado encontradas em grandes quantidades (…), criando esculturas em larga escala com uma preciosidade inesperada.”