Tunga, Sem título (da série Palíndromo Incesto), 1990/2006
José Damasceno, Miguel Rio Branco, Tunga e Victor Arruda, participam de Corpos explícitos, corpos ocultos, que inaugura neste sábado, 27 de setembro, na Pinacoteca do Ceará, em Fortaleza.
Com curadoria de Agnaldo Farias e Adolfo Montejo Navas, a exposição reflete sobre a representação fragmentada do corpo na contemporaneidade, reunindo 48 artistas que marcaram a arte brasileira da segunda metade do século XX até os dias atuais.
Esses artistas emergiram no panorama artístico entre a década de 1970 e 1990 e passaram a abordar o corpo como veículo para tratar de questões de ordem simbólica e política. No contexto da mostra, esses artistas, que atuam em múltiplas linguagens, reverberam temáticas como a subversão do estatuto do corpo, sua evocação por diferentes matérias, além da figuração humana para tensionar a moralidade e revelar a vulnerabilidade social.
A mostra é organizada em cinco linhas temáticas: Corpo máquina e ficção especulativa; Corpo político e regimes de controle; Corpo desejo, corpo ausência; Corpo-matéria: orgânico, simbiótico, mutável; e Arquivos do corpo.
Em cartaz até 26 de abril de 2026.