Feliciano Centurión, Medusas, 1994, ft: Roberto Ruiz, Museo Reina Sofía
Feliciano Centurión, José Leonilson e Maxwell Alexandre estão em Colección. Arte Contemporáneo: 1975 – Presente, exposição que percorre os últimos 50 anos da arte a partir das coleções do Museo Reina Sofía, em Madri, Espanha. Com base na pergunta “como se chega ao passado a partir do presente?” o museu apresenta uma série de abordagens da arte contemporânea espanhola em diálogo com o mundo.
Entre as 21 seções que organizam a exposição está “Pandemia e linguagem”, sala que reúne obras de Centurión e Leonilson e destaca o impacto da pandemia da AIDS nos anos 1980 e 1990 no contexto artístico. Já a curadoria de “A cultura afro está no centro” — termo emprestado das comunidades que organizam o Festival de Conscientização Afro em Madri — enfatiza expressões afrodiaspóricas na Espanha e em países que passaram por processos de colonização, incluindo A lua quer ser preta, se pinta no eclipse (2023), de Maxwell Alexandre.
A exposição de longa duração ocupa o museu até 2028