Vista da exposição, ft: Diego Bresani
Em instituições distintas, Rebeca Carapiá reapresenta um conjunto de esculturas desenvolvido a partir da observação das raízes aéreas das Paxiúbas, árvores abundantes no território amazônico. A partir dessa arquitetura viva, a artista constrói linhas que compõem o espaço em obras de cobre e ferro. Dobrado à mão, o ferro revela o “exercício de corpo” que sustenta sua prática escultórica: o trabalho no ateliê, a repetição dos gestos e a resistência da matéria.
Tendo início no dia 9 de abril, as itinerâncias da 36ª Bienal de São Paulo – Nem todo viandante anda estradas: da humanidade como prática ocorrem em Brasília, até 31 de maio, no Museu Nacional da República, com curadoria de Bonaventure Soh Bejeng Ndikung e André Pitol, e no Sesc Santos, até 21 de junho, curada por Thiago de Paula Souza.