Sidney Amaral, Isto é um homem, 1999, detalhe, moedas, alumínio niquelado e bronze, 202,5 x 63,5 x 2 cm, ft: Sergio Guerini
A escultura Isto é um homem (1999) e a pintura em aquarela O herói (Tudo menos o santo) (2o13), obras de Sidney Amaral, estão na exposição em cartaz no Museu Afro Brasil Emanoel Araujo, Padê: Sentinela à porta da memória.
Guiada pela figura de Exú, o Orixá dos caminhos e da mediação entre os mundos, a exposição apresenta um recorte da coleção do Museu em três eixos conceituais: África, Travessia e Diáspora. A curadoria de Rosa Couto celébra Exu como presença incontornável nas cosmogias e culturas africanas e afro-brasileiras.
“Exu é o princípio do movimento. É a força que rompe a inércia e faz o mundo acontecer. Pensar uma exposição dedicada a ele é também refletir sobre memória, transformação e sobre as energias que atravessam as culturas afro-diaspóricas. Ao reunir obras históricas e contemporâneas, a mostra propõe um encontro entre ancestralidade, arte e imaginação”, comenta Rosa Couto.