Prorrogada até o dia 27 de julho, a exposição reúne 133 artistas vindos de diferentes regiões do Brasil. O conjunto de obras apresenta uma ”cartografia da produção visual de um Brasil intenso”, como pontuam os curadores atentos ao fazer político e desviante desses artistas que caracterizam nossa complexa profusão de culturas.
Martins de Melo integra a seleção com a escultura Amálgama origem, 2021, retomando o mito da serpente quimérica.