Claudio Tozzi - Artista | Almeida & Dale

Claudio Tozzi

São Paulo - São Paulo, 1944

As influências dos seus estudos em arquitetura e seu antigo trabalho como designer gráfico são evidentes em suas obras. Nas suas primeiras produções, Claudio Tozzi utilizou signos da sociedade de consumo e da comunicação de massas, fossem eles pintados ou os próprios objetos colados em assemblagem: sinais de trânsito, bandeiras, letreiros, peças publicitárias e histórias em quadrinhos. Sua técnica consiste em retirá-los de seu contexto e atribuir-lhes novos sentidos. Alguns trabalhos dessa época foram exibidos em grandes exposições, como a 9ª Bienal Internacional de São Paulo, em 1967

Na década de 1970, Tozzi trocou a temática social por uma pesquisa formal e assim nascem as conhecidas séries Astronautas, Presilhas e Parafusos. O artista passa a experimentar com materiais orgânicos, e trabalha com pigmentos acomodados em caixas de acrílico. Ainda na década de 1970, enveredou por uma trilha mais conceitual acrescentando palavras às suas telas.

Claudio Tozzi também expôs na 21a Bienal Internacional de São Paulo, em 1991, e na Bienal de Veneza, em 1976. Em 1993, ganhou uma retrospectiva dedicada à sua obra no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM/RJ). O artista segue produzindo até hoje, aprofundando sua pesquisa formal e material.

Astronauta, 1969

acrílica sobre tela
70 x 70 cm

A Conversa, 1967

acrílica sobre tela
70 x 70 cm

Multidão, 1968

tinta industrial sobre duratex
77 x 130 cm

Astronauta, 1969

acrílica sobre tela
70 x 70 cm

Pelé, 1969/70

alquidica sobre eucatex
120 x 120 cm

Parafuso, 1971

acrílica sobre tela
40 x 85 cm

Multidão, 1968

tintas industriais sobre duratex
95 x 95 cm

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