Nesta publicação, Carlos Garaicoa discute os nexos contidos na obra homônima realizada em 2002. Ele retoma referências à arquitetura; à reconstrução de lugares e coisas por meio da ficção; à evidenciação de atitudes e projetos políticos; às crises existenciais e experienciais dos seres humanos; e como a ficção desestabiliza a história, reinventando e reescrevendo sua narrativa.