Livro referente a mostra homônima onde Carlos Garaicoa explora, por meio de fotografias, instalações e textos, a fragilidade do tecido urbano e a carga simbólica das cidades. Nestas obras, Havana surge como mito e metáfora: um espaço que revela tanto o esplendor quanto a decadência. Prédios abandonados, fachadas descascadas e ruínas coloniais tornam-se vestígios poéticos de uma memória coletiva, onde beleza e desespero se misturam em um sonho inquietante e melancólico.