Pintura rupestre no Parque Nacional da Serra da Capivara, Brasil, Foto: Danilo Curado sob ©Wikimedia Commons
Pintura rupestre no Parque Nacional da Serra da Capivara, Brasil, Foto: Danilo Curado sob ©Wikimedia Commons
Tumba de Niankhkhum e Khnumhotep, Saqqara, Egito – Niankhkhum e Khnumhotep se abraçam em uma cena na sala de oferendas de seu túmulo conjunto. ©Wikimedia Commons
Tumba de Niankhkhum e Khnumhotep, Saqqara, Egito – Niankhkhum e Khnumhotep se abraçam em uma cena na sala de oferendas de seu túmulo conjunto. ©Wikimedia Commons
O Parque Nacional da Serra da Capivara, área de preservação no Piauí, Nordeste do Brasil, guarda o que pesquisadores consideram o primeiro beijo registrado da história, há cerca de 12 mil anos com pigmentos naturais nas paredes de uma caverna. Por sua vez, a tumba de Khnumhotep e Niankhkhnum, serventes reais no Egito Antigo em 2500 a.C., se destaca por ser a única representação de um beijo entre dois homens conhecida por egiptólogos.
Esses exemplos demonstram que, desde as origens das expressões artísticas humanas, o amor foi um tema a ser tratado. Na arte contemporânea, o amor, o erotismo, bem como os sofrimentos e as desilusões, são o motor da prática de muitos artistas, que desde o século XX, têm reelaborado e complexificado o que é amar. Essas obras recorrem a mitologias clássicas e a registros íntimos das sensações despertas pelos encontros, nos fazem confrontar com os aspectos desmedidos das emoções, assim como nos convidam a reconfigurar ideais românticos e as ideias de cuidado.
Neste Viewing Room inspirado pela celebração do Dia dos Namorados no Brasil, a arte celebra todo amor humano.